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domingo, 19 de julho de 2015

RESPOSTA MÃE



Trabalhar o Texto "Resposta Mãe"leitura,jornal,perguntar e esclarecer o significado das palavras como: alvorada,orvalhada,Céu tranquilo,no templo do coração,entre outras....

TEXTO: RESPOSTA MÃE

Minha mãe,onde está Deus?
-Ora esta minha filha,Deus está na luz que brilha sobre a Terra,pelos Céus.
Permanece na alvorada, 
No vento que embala os ninhos, 
No canto dos passarinhos, 
Na meiga rosa orvalhada. 
Respira na água cantante
Da fonte que se desata, 
No luar de leite e prata, 
Está na estrela distante 
Vive no vale e na serra
Onde mais? 
como explicar-te?
Deus existe em toda à parte, 
Em todo lugar da Terra...
-Ó mamãe?
Como senti-lo, bondoso,sublime e forte?
Será preciso que a morte Nos conduza ao Céu tranquilo?
Não filhinha!
Ouve a lição, 
Guarda a fé com que te falo,
Só podemos encontra-lo
No templo do coração

 ( Livro Jardim da infância - Francisco Cândido Xavier- FEB

 Ilustrar o trecho do texto que o evangelizando mais gostou. Expor os trabalhos em um mural,papel pardo ou varal.

POESIAS DO LIVRO CARTILHA DO BEM






sexta-feira, 17 de julho de 2015

A MAGIA DOS FANTOCHES


O trabalho com esses bonecos estimula a criança a trabalhar com habilidades importantes para o desenvolvimento infantil. Também é um ótimo recurso para dar boas vindas às crianças no inicio das aulas. 

PREPARE O SHOW 

Use efeitos de luz, com lanternas de cores diferentes: colocando papel celofane na frente desta lanterna.

Coloque música para dar um clima na história.

Deixe que as crianças participem da história, conversando com os fantoches.

Faça o papel de mediadoras enquanto outra evangelizadora representa com o fantoche.

Prepare uma história para contar, que tenha como tema os primeiros dias de aula, para ajudar os alunos a se adaptarem.







quinta-feira, 9 de julho de 2015

JOGRAL - PARÁBOLA DO SEMEADOR



 Quantidade de crianças: 6 CRIANÇAS + OU 

- Dicas: Coloque as crianças fantasiadas de plantinhas. Pode ser uma máscara feita de papel cartão e elástico. A roupa deve ser de TNT verde. Você pode variar, colocando algumas de flores, outras de árvores e assim por diante. Arrume o jogral em um papel ou pastinha para cada uma delas.

Início 

TODOS- Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e, vindo às aves, a comeram.
1ª criança - Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra. Saindo, porém, o sol , a queimou; e , porque não tinha raiz, secou -se.
2ª criança - Outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram.
3ª criança - Outra, enfim caiu em boa terra e deu frutos; a cem, a sessenta, e a trinta por um.
4ª criança - Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

 TODOS - Atendei vós, pois à parábola do semeador.

 5ª criança - A todos os que ouvem a palavra do reino e não a compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração.
1ª criança - Este é o que foi semeado à beira do caminho.
2ª criança - O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria;

TODOS - Mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; 

6ª criança - Em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza. 3ª criança - O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo
4ª criança - E a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera.
5ª criança - Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende;
6ª criança - Este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um.

 TODOS - Que possamos ser como a boa terra, frutificando e produzindo a cem, a sessenta e a por um. 

 (BASEADO NO LIVRO DO EVANGELHO DE MATEUS CAP.13 VER.3 ATÉ 23)

FANTASIA DE ARVORE


domingo, 5 de julho de 2015

O CONTO VIRA TEATRO

(A partir dos 5 anos.)
ATIVIDADE: Dramatização
Texto: O REI DE QUASE TUDO conta a história de um rei com vontade de ser o Rei de Tudo, mas por mais que tenha bens, terras e até as estrelas do céu, continua sendo o Rei de Quase Tudo, porque há certas coisas que jamais poderão pertencer a uma pessoa.
OBJETIVO GERAL: Refletir sobre o valor relativo das coisas e das posses para nossa felicidade.
MATERIAL: Livro ou áudio de “O Rei de Quase Tudo”, papel crepom, cartão laminado, tesoura, cola, sucata (e o que a criatividade imaginar).
COMO APLICAR:
     1-  Começar lendo a história ou, se a turma já for alfabetizada, fazer a leitura coletiva do texto. Perguntar o que cada um entendeu e anotar. Não importa que faltem aspectos que você percebeu e eles não, pois enquanto trabalham, terão chance de aprofundar o entendimento.
2) Pedir que cada criança desenhe os personagens de que mais gostaram, incluindo a flor, o passarinho, os súditos, os soldados, as estrelas, etc.
3) Proponha montar uma peça de teatro. Relacione os personagens e defina os papéis.
4) Uma vez definido quem é quem, peça para cada uma fechar os olhos e imaginar o que é ser aquele personagem. O que é ser rei? O que um rei faz? O que pensa? E a flor? Que é ser flor? O que é importante para uma flor? Como ela vive?... Faça isto com todos os personagens.
5) Diga para cada criança imaginar sua fantasia e qual material vai usar. (Isto pode ser feito em casa, durante a semana.) Ajude-as a tornar sua idéia executável, levando em conta a possibilidade do material.
6) Ensaios: comece a montar as cenas. Valorize o processo da montagem, pois ele é mais importante que o resultado. Você pode ser o narrador, ou alguém da turma, se for uma classe alfabetizada.
7) Marque uma apresentação para as outras classes ou para uma data especial. As crianças vão se sentir valorizadas e capazes, o que é excelente no cultivo da auto-estima.

OBS.: Se desejar, crie também cenários. 
O Rei de Quase Tudo

“O Rei de quase tudo tinha quase tudo. Tinha terras, exércitos e tinha muito ouro. Mas, o Rei não estava satisfeito com o quase tudo.
Ele queria tudo. Queria todas as terras. Queria todos os exércitos do mundo. E queria todo o ouro que ainda houvesse.
Assim, mandou os seus soldados à procura de tudo. E mais terras foram conquistadas. Outros exércitos foram dominados. Nos seus cofres já não cabia tanto ouro. Mas o Rei ainda não tinha tudo. Continuava o Rei de quase  tudo.
Por isso ele quis mais. Quis as flores, frutos e os pássaros.  Quis as estrelas e quis o sol. Flores e frutos e pássaros lhe foram trazidos. Estrelas foram aprisionados e o sol perdeu a liberdade.
Mas o rei ainda não tinha tudo. Porque tendo as flores, não lhes podia prender a beleza e o perfume. Tendo os pássaros, não lhes podia prender o cantar. Tendo as estrelas, não lhes podia prender o brilho. E tendo o sol, não lhe podia prender a luz.
O Rei era ainda o Rei de quase tudo.
E ficou triste.
Na sua tristeza saiu a caminhar pelos seus reinos. Mas os reinos eram agora muito feios. As flores e os frutos tinham estrelas e o dia não tinha sol.
E triste como ele eram os seus súditos. Então o Rei de quase tudo não quis mais nada.
Mandou que devolvessem as flores aos campos e que  entregassem as terras conquistadas.
Mandou que plantassem árvores para que dessem frutos e que soltassem os pássaros.
Mandou que distribuíssem as estrelas pelo céu e que libertassem o sol.
O Rei ficou feliz...

Na sua imensa alegria sentiu a P A Z . E sentindo a paz, o Rei viu que não era mais o rei de quase tudo. Ele agora tinha tudo”.

ELIARDO FRANÇA

CORPO E EMOÇÃO


"Quando nós conseguirmos purificar a fonte do sentimento, nós encontraremos a verdadeira cura. A cura definitiva. Mas nós estamos sempre deixando esta fonte se turvar, esta água escurecer, por descuido, por questões de menoridade evolutiva, ainda. Nós deixamos a raiva, o ódio, o ressentimento, a mágoa, turvarem a nossa fonte. E aí, nós bebemos desta fonte...
"A sua situação é a seguinte: é como se você pudesse escolher entre a fonte da água pura e a fonte da água contaminada.
"O que acontece com as pessoas que bebem água contaminada? Adoecem. E a fonte turva de sentimentos é onde se originam nossas doenças.
O preço da saúde interna, portanto, é a conquista e a manutenção constante de melhores sentimentos.



VILA FELIZ - HISTÓRIA COM DOBRADURA

OBJETIVO GERAL:

 Observar a importância do lar e dos bons sentimentos na construção da felicidade.

OBJETIVO ESPECÍFICO: 

Montagem coletiva de um painel ou maquete.

COMO APLICAR:

MATERIAL: Um quadrado de papel para dobrar, folha de cartolina ou papel kraft, material de pintura.

COMO FAZER:

- Ensine a a dobradura aos seus alunos, passo a passo. (Sempre aguarde que todos cheguem onde você está para mostrar o passo seguinte.) Enquanto ensina a fazer a casinha, conte a história. (Ver abaixo).Conclua dizendo que nós sabemos que há casas onde não há esta harmonia. Mas há sentimentos que tornam nossa casa um lar feliz, e nós podemos construir felicidade a partir deles.

- Quando as crianças terminarem, peça-lhes que pensem em qual é o ingrediente mais importante de um lar feliz. Peça que cada uma que escreva este ingrediente que achou mais importante na casinha, coloque seu nome e pinte como quiser.

- Agora vamos criar uma vila ou uma cidade, colando as dobraduras de todos na cartolina ou papel kraft de modo que formem ruas, praças. Vamos colocar flores, árvores, pessoas, animais e tudo que desejarem. Você pode colocar a casinha de pé (ver figura), e fazer uma maquete em vez de painel.

- Pergunte se a classe já pensou como seria uma cidade em que todas as casas fossem assim. Como as pessoas viveriam? E as crianças? E os idosos?
- Coloque o painel ou a maquete em lugar visível da casa espírita, como uma mensagem de otimismo e amor para pessoas de todas as idades.


Vila Feliz (História com Dobradura)

Rita Foelker


Era uma vez alguém que ganhou um livro (1).

E ao abrir este livro, conheceu um mundo
novo (2). Era como se a janela da sua
alma se abrisse (3) para uma nova realidade.

E, então, resolveu sair em busca de tudo o
que havia visto naquelas páginas.

De um lugar onde houvesse ao mesmo tempo carinho compartilhado e oportunidades de servir, mas onde se pudesse aprender lições importantes, enriquecendo a inteligência.

Um lugar onde exercitar todos os dias as virtudes que nos conduzem à felicidade e onde a felicidade, mais do que em qualquer outro lugar, tivesse chance de nascer, como o Sol, todos os dias.

Só que ele descobriu que este lugar não existia! Cada criatura é que precisava construí-lo, com seus sonhos (4), com seus sentimentos, com sua dedicação (5), com pequenos gestos de atenção. E ao construí-lo...

… compreendeu o que ele era. Era o LAR. 








COELHOS COLORIDOS ( A PARTIR DOS 7 ANOS.)

Observação: Entendo que, para qualquer idade, na medida do possível, é importante reconhecer os conceitos em si mesmo. Esta atividade tem sido bem sucedida inclusive entre adultos. Já usei em alguns encontros. Ela já saiu na coluna do jornal Alavanca e no Espaço do Educador e se chama Coelhos Coloridos (www.edicoesgil.com.br/educador/coelhos.html). Você pode usar a dobradura de sua preferência, lembro-me de que escolhi coelho por uma questão de empatia do grupo, na ocasião.

 Nesta atividade é contada a história d’ O Menino das Meias Vermelhas, do Carlos Heitor Cony e, depois, conversamos sobre aquilo que é visível em nós (corpo, roupas, expressões faciais, gestos) e o que é invisível (pensamentos, sentimentos, emoções). Observamos que, ali no jogo, nos reunimos em virtude das cores e desenhos das dobraduras. Na vida, às vezes escolhemos as pessoas por aparência e jeito de se vestirem, mas que também nos reunimos por razões que nem sempre são tão evidentes, como gostos, interesses, afinidades. Neste momento, pode ser introduzida a idéia de que temos uma parte material e uma parte espiritual, explicando o que é cada uma e dialogando a respeito.

OBJETIVO GERAL:

Observação de nossos estados íntimos e características psicológicas.

OBJETIVO ESPECÍFICO: 

Atividade principal voltada ao autoconhecimento.

COMO APLICAR: - Use canetinhas ou giz de cera para desenhar padrões nos papéis (nuvens, bolinhas, estrelas), de modo que você tenha pedaços iguais dois a dois, mas bem diferentes dos outros.
Se houver número ímpar de alunos, entre no jogo.

- Ensine a dobradura do coelho aos seus alunos. Se os menores tiverem dificuldade, pode ajudá-los, ou peça para quem já conseguiu ajudar quem não fez.

- Agora, cada criança se transforma em um coelho igual àquele que criou. Agora, cada coelhinho vai procurar seu par e sentar-se ao seu lado para ouvir uma história. Dependendo da idade, proponha que vão prucurá-lo saltando e mexendo o focinho. (Sugestão: O Menino das Meias Vermelhas, de Carlos Heitor Cony.)

- Inicie um diálogo: como as pessoas sabem quem somos? Como sabemos quem são? O que usamos para reconhecê-las?- As pessoas sempre sabem o que pensamos? E o que sentimos?... Os coelhinhos estavam pintados. O que sentimos está “pintado” em nós? Como sabemos se nossos pais estão contentes, preocupados ou bravos?- Converse sobre o conteúdo da história. Às vezes, as pessoas riem de nós - por quê? Será porque elas não conhecem realmente nossos pensamentos e sentimentos?

 RITA FOELKER

COMO TRABALHAR COM BIOGRAFIAS




 Rita Foelker

O momento de falar das pessoas que marcaram a história do Espiritismo sempre chega, para os educadores espíritas.

Allan Kardec, Amèlie Boudet, Bezerra de Menezes, Eurípedes Barsanulfo, Anália Franco e outros são Espíritos cujas vidas apresentam aspectos muito interessantes, que podem nos servir de exemplo e incentivo.

Contudo, é preciso evitar alguns vícios comuns que podem estar presentes qualquer estudo histórico. Estas aulas podem tornar-se apenas um desfile de informações sobre datas, nomes e lugares, sem conexão com a realidade em que vivemos. E tudo vira um jogo de decorar pouco significativo para a compreensão espiritual dos conceitos apresentados.

Nós podemos transformar este estudo numa oportunidade de aprofundar e refletir sobre nós mesmos e nossas atitudes, extraindo realmente conclusões importantes para nossas vidas, se abordarmos o assunto da maneira certa.

 1. Não se contente com dados enciclopédicos. Busque nas biografias fatos que possam ser associados ao dia-a-dia das crianças e adolescentes.

2. Procure concentrar-se nos aspectos humanos da personagem em questão: seu modo de ser, vida profissional, relação com a família, sua educação, suas obras.

3. Não os retrate como se estivessem mortos e pertencessem ao passado. Talvez você encontre informações confiáveis sobre sua atuação presente, no Mundo Espiritual, e a continuidade de seu trabalho neste planeta. Mas se não puder obtê-las, fale da imortalidade, explique que eles são Espíritos que continuam atuando em prol daquilo em que acreditam: o bem, a educação, a caridade, etc.

4. Não basta saber que alguém foi grande, é preciso entender o porquê, e isto costuma estar ligado ao uso da força moral e das virtudes. Pode parecer que basta imitá-los para ser como eles, mas nosso objetivo não é este. O importante não é que façamos como eles fizeram, se isto não está em nosso coração, mas que sejamos capazes de entender os sentimentos que levaram a certas escolhas e a certas ações, e que possamos buscar estes sentimentos dentro de nós, mesmo que ainda pequeninos.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

PEIXE COM TAMPA DE NESCAU



SAQUINHOS DE PAPEL

SAQUINHOS DE PAPEL

 Estas e muitas outras idéias podem ser confeccionadas utilizando apenas saquinhos de papel.






CIRCULO DE HISTÓRIAS

Esta é mais uma sugestão do Ateliê de Escrita Criativa intitulado “O Brinquedo Palavra” dirigido por Amélia Maria Silva. 

Recorte de revistas, jornais, cartazes, palavras variadas ou foque-se num determinado tema (animais, oceano, lugares…).

Coloque essas palavras numa caixa e peça a cada participante que retire algumas. O objectivo é criar histórias com as palavras retiradas da caixa.

CIRCULO DE HISTÓRIAS 

Esta é uma atividade muito simples – ideal para ser utilizada com crianças  pequenas. Todos os participantes se devem sentar em círculo. Em seguida, dispomos imagens selecionadas anteriormente (retiradas de revistas, jornais, desenhos das crianças…) e colocamos no centro da roda. Escolhemos um objecto que passará de mão em mão e irá indicar que apenas a pessoa que o detiver nesse momento pode falar (por exemplo, um livro, uma coroa, uma ampulheta).

Um dos participantes escolhe uma imagem e começa a criar uma história. Em seguida, a coroa (livro, ampulheta) passa para outra criança que escolhe outra imagem e continua o conto. O processo repete-se até a história estar terminada.

Depois, os alunos podem escrever a versão escrita da história. As imagens podem ser divididas em categorias como personagens, locais, tempo, objetos… Este exercício também pode ser realizado individualmente – bastando para tal que a pessoa escolha várias imagens e, a partir delas, crie a sua história.

Consegues fazer animais com as mãos? 

Só precisas de uma lanterna poderosa e de uma parede. Vamos experimentar que animais conseguimos fazer!!! Depois cria uma história com as sombras.

TÉCNICA DE SOMBREADO


Este sombreado é feito da seguinte maneira: 

Recorte uma figura qualquer, (neste caso flores), em papel de revista (quanto mais colorido melhor). Segure esse molde em um papel e "raspe-o" de dentro para fora com uma palha de aço. O efeito é muito bonito e serve para diversas finalidades!