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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

JESUS AOS DOZE ANOS



 NARRADOR: José era um homem muito religioso e muito dedicado à sua família. Ele sempre estava ajudando,na sinagoga,no trabalho ou na comunidade. José,em seu amor ao Pai Celestial,um dia durante a ceia disse a esposa:

JOSE: Maria, precisamos nos dedicar mais às coisas de Deus, nosso Pai.

MARIA:O que gostaria de fazer então,meu marido?

JOSÉ:- Que todos os anos, como é tradição, fizéssemos juntos uma peregrinação ao Templo de Jerusalém, nossa cidade sagrada.

NARRADOR: Páscoa é a festa em que o povo judeu comemora a sua libertação do Egito por Moisés. A ida a Jerusalém por ocasião da Páscoa, tornou-se um hábito para José e sua família. Certa vez, estando Jesus com doze anos de idade, José reuniu a família e foi para Jerusalém observar a Páscoa. No último dia, Jesus afastou-se da família permanecendo no templo. Havia dois sacerdotes sentados no canto conversando. Jesus aproximou-se deles justamente quando um deles acabava de ler o versículo 27 do capítulo 1 da Gênese.

 SACERDOTE 1 –“E criou Deus o homem à imagem”.

 SACERDOTE 2 –Nesse caso, Deus se parece conosco e, por sua sabedoria,deve ser um ancião!

SACERDOTE 1 –Não! Não! Deus não envelhece nunca, deve ser jovem e belo! (ENTRA JESUS EM CENA).

JESUS: Caros senhores,se querem conhecer a Deus, tal qual Ele é em verdade,conheçam primeiro a si mesmo.

SACERDOTE 1 – Quem és? Ó sábio menino?

JESUS:- Eu sou Jesus de Nazaré, filho de José, o carpinteiro. Tenho vindo todos os anos a este Templo para adorar a meu Pai Celestial.

SACERDOTES 1 E 2- A seu Pai Celestial?

JESUS: Sim, aquele que nos criou,a todos e a tudo,sendo a causa primária de todas as coisas,a quem devemos amar de todo coração.

(OS OUTROS DOUTORES DA LEI VÃO SE APROXIMANDO) 

JESUS:Para que Abraão foi retirado de sua cidade na Caldéia?

SACERDOTE 3 – Para formar um grande povo!

SACERDOTE 4 – Para ser o pai de uma grande descendência!

JESUS:Abraão foi chamado a formar um povo crente no Deus Único para que pudesse receber o Messias, Redentor do Mundo,aquele que será o Caminho, a Verdade e a vida. (JESUS APANHA UM PERGAMINHO,ABRE E LÊ).

JESUS:- “E em tua semente serão benditas todas as nações da Terra,porquanto obedeceste à minha voz.”

HASABIAS:-Jesus,filho de José responde-me o seguinte: como poderei reconhecer um profeta que realmente venha da parte de Deus?

JESUS:-Quando reconheces que uma árvore é boa?

HASABIAS: - Pelo bom fruto que ela dá!...

JESUS:ASSIM TAMBÉM SERÁ COM OS PROFETAS!

EFRAIM DE BETEL:- Quando se dará o grande dia do Senhor,anunciado por nosso profeta Isaias?

JESUS:-Sois leitores dos textos sagrados e ainda não sabeis que este dia está próximo?Elias não tardará e virá como a voz que clama no deserto,abrindo caminho para o filho do Homem.

EFRAIM BARJONAS:- Então...Elias será esta voz?...(admirado)

JESUS:-Como não?Não leste por ventura os escritos de Malaquias?

 IOSEHPH: “Eis que eu envio o profeta Elias antes que venha o grande dia do Senhor.” (Abre as escrituras no livro de Malaquias e encontra a profecia)

ELIAQUIM DE DALMANUTA: - Como reconheceremos o grande dia do Senhor,quando ele chegar?

JESUS: Não observaste por acaso o aviso de Isaías? “Sabereis que o dia do Senhor é chegado quando os olhos dos cegos forem abertos, os ouvidos dos surdos também se abrirem, os coxos saltarem, os leprosos ficarem limpos e a língua do mudo cantar.”

NARRADOR:A discussão se prolongou e cada vez mais os doutores da lei ficavam admirados com as respostas de Jesus. Os dias da Páscoa haviam terminado e após um dia de viagem de volta, Maria deu pela falta de Jesus.

MARIA:- José, nosso menino não está entre nós. Deve ter se perdido pelo caminho.

NARRADOR: José sai à procura de Jesus e 3 dias depois o encontra no Templo entre os doutores interrogando-os e dando palpites desconcertantes para aqueles estudiosos.

ELIAQUIM: - Como sabes estas coisas,deves saber mais.Nós todos esperamos o Mestre e o aguardamos com esperanças,pois Isaías predisse que virá com prudência,será engrandecido, elevado e sublime. Que disses a isso?

JESUS:Ele virá, mas vós não o reconhecereis...

ELIAQUIM: -Como poderá ser isso?Que dizes? Como não o reconheceremos? (Durante a conversa os pais de Jesus entram no templo à sua procura) (Maria corre ao encontro de Jesus e o abraça comovida)

MARIA:Filho,porque fizeste assim para conosco?Eu e o teu pai te procurávamos ansiosos. Há três dias que andamos por toda parte e só agora te encontramos!... (José também aproxima aliviado)

JOSÉ:- Filho,por que não me avisaste e nos deixaste tão preocupados?

JESUS: Por que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?

NARRADOR: Juntos,saíram do Templo e juntaram se aos outros para a longa viagem de volta, rumo a Nazaré. No templo permaneceram alguns Doutores da Lei, estudiosos das Escrituras, cheios de dúvidas, tentando desvendar as informações do menino que lhes surgira de modo tão inesperado e com tantas idéias novas.

Terminar cantando a música: Jesus aos doze anos. 

 TEXTO:Adaptação do Livro “JESUS AOS DOZE ANOS”,de Lamartine Palhano Júnio
Grupo Espírita Joana D'Arc

terça-feira, 20 de novembro de 2012

ORGULHO DE ESTRELAS





Adaptação da peça de Leopoldo Machado, o grande líder do movimento Espírita Brasileiro... Cedida pelo Grupo Espírita Joana D'Arc . Adaptação foi realizada pelo setor de Evangelização Infanto-Juvenil em 1989.

 Crianças (entra correndo) Olhem!!! Olhem!!! Vocês estão vendo o que eu vejo? O que? O que? Aquelas duas estrelas! Que lindas! Estão vindo em nossa direção! E como conversam! Parece que estão bem alegres! Vamos ouvi-las? Vamos! Vamos! (e correm para esconder-se enquanto as estrelas sobem no palco)

1º QUADRO (Aberto o velário, estão em cena as estrelas Orgulhosas a conversar. Chega depois a Modesta.)

 Primeira Estrela- Iluminei, ontem, um lindo sonho de poetas e amantes. Imagine só uma cena à porta de um castelo à beira mar, sob um luar magnífico. O poeta a dizer madrigais a sua bem amada, comparava-a comigo. Dizia que meu brilho estava nos olhos dela. Que sua beleza não estava inferior a minha. E contemplava-me, ofegantes, apaixonados, de mãos dadas, no mais poético dos enlevos!

Segunda Estrela- Eu fiz ontem, o encatamento de um pintor, de um mágico das tintas. Olhos para o céu, contemplando o luar e os astros, fixou o olhar para mim, localizando-me bem, para maior ilustração e beleza de seu quadro, com que presenteara sua bem amada, no dia em que for pedí-la em casamento. Como vê, minha irmã, minha glória de ontem não é menor do que a tua.

 Primeira Estrela- E hoje, onde iremos brilhar?

 Segunda Estrela- Que sonho de poeta ou de pintor hoje iremos poetizar?

 A Estrela Modesta (aproximou-se-lhes) Deus vos salve, boas irmãs!

 Primeira Estrela- Bom dia! Se somos boas, não sei...mas, tuas irmãs!...

Segunda Estrela- Boas, quando mais não seja, na graça e na beleza de nossa luminosidade de primeira grandeza...mas tuas irmãs?!

Segunda Estrela- Não vês logo a distância que nos separa de ti? Olha para o que és e vales; para o que somos e valemos.

Primeira Estrela- Somos estrelas de primeira grandeza!

 Estrela Modesta-  Perdão, donas Estrelas. Eu não vos cumprimento assim para vos ofender. Como sou, também, estrela, embora pobre e humilde, como aprendi que numa irmandade, pode haver irmãs mais inteligentes do que outras, umas maiores e mais felizes do que as outras, sem deixarem de ser irmãs, pensei que...

Segunda Estrela -Pensou mal. Cada um na sua esfera de ação.

Primeira Estrela -Na consciência da posição que ocupa. Do que é e do que vale...

Segunda Estrela- Assim, vai chamar irmãs as estrelinhas de tua categoria, às iguais a ti. Vai..

Estrela Modesta- Perdão, donas Estrelas, que eu não vos quis ofender. Longe de mim tal desejo, tais pensamentos. Se me aproximei de vós, foi desejosa de prestar-vos qualquer serviço, de vos pedir qualquer serviço. Não sou preguiçosa. E tenho ânsia de ser útil  Poderei servir de vossa criadinha muito humilde. Poderei à falta da melhor função, levar vossos recados, guardar as portas de vossas casas, iluminar. Perdão donas Estrelas, que não tenho luz para iluminar nada e ninguém! Quero dizer: clariar, palidamente, vossa horta, vosso pomar, vossa estrebaria...

Primeira Estrela -É o que te vale: conheces bem o teu lugar.

Segunda Estrela- E sabes, por isso mesmo, que não pode fazer, realmente grandes coisas.

Estrela Modesta- Por isso que não vos peço grandes coisas. Quero ser apenas útil  trabalhando humildemente, modestamente, conforme a minha modestíssima situação...

Primeira Estrela- Queres, então...

Estrela Modesta -Fazer o que vós indicardes, para não ficar indolente. Ordenai.

Segunda Estrela -(Pergunta a primeira) Onde irá você brilhar esta noite?

 Primeira Estrela- Não sei ainda e você?

Segunda Estrela (vacilante)- Eu..eu... irei brilhar sobre o templo de Salomão, que é o orgulho arquitetônico do povo hebreu, a maior obra de arquitetura do Oriente.

 Primeira Estrela- Que é a maior maravilha religiosa do Oriente. Nem o templo de Minerva, em Éfeso  se lhe compara pela suntuosidade espiritual.

Segunda Estrela -Escolhi, assim, com inteligência e bom gosto, pois não?

 Primeira Estrela-  Com refinado bom gosto e inteligência!

 Segunda Estrela -Você, que não deve ficar atrás, onde irá brilhar?

 Primeira Estrela -Sobre o palácio do rei Herodes. Que tal a escolha?

Segunda Estrela- Ótima! Que Herodes é o maior e mais poderoso rei de Israel.

Primeira Estrela- O rei mais orgulhoso e forte do oriente.

Segunda Estrela- Temos realmente bom gosto. Sabemos escolher motivos de nossa glória.

Primeira Estrela -E glória à altura de nosso valor.

Segunda Estrela -À altura do que realmente somos e valemos, pois não?

 Estrela Modesta- Não me direis, donas Estrelas, onde eu poderei de muito baixo, clarear um pouquinho...um quase nada ?...

 Primeira Estela -Mas, que impertinência! (outro tom) Olha: vai ficar, já que conheces bem o teu lugar, o que podes , realmente, ser e fazer....

Segunda Estrela- Já que não nos chamastes mais de tuas irmãs...

Primeira Estrela- Vai ficar sobre aquela estrebaria.

Segunda Estrela (a rir)- Tua luz esta na razão direta dos seres que ali dormem, que ali vão somente para comer e dormir...

Primeira Estrela (irônica)- Bois, carneiros, jumentos...(rir zombeteira).

Estrela Modesta -Que também são obras de DEUS, o Criador de tudo e de todos. Obrigada, donas Estrelas. Irei ocupar, de muito baixo, meu modesto lugar.

 Segunda Estrela (escarninha) -Que é o lugar de acordo com o teu merecimento. Vai! Vai!

 Estrela Modesta- Vou sim, com infinito prazer. DEUS que vos ilumine cada veze mais afim de serdes, sempre mais felizes. De não perderdes vosso brilho! Ficai na sua paz e benção.

Primeira Estrela -Vai logo, sem mais palavras, sem maiores delongas, estrelinha impertinente.

 SEGUNDO QUADRO ÉPOCA: Um século depois, sob o mesmo céu da Judeia.

ENCENAÇÃO: As Estrelas Orgulhosas, já sem brilho , humilhadas e desiludidas, se encontram e dialogam tristemente.

 Primeira Estrela -Como está minha irmã, que já não nos vemos a cem anos?

Segunda Estrela- Há um século! E um século para nós vale menos que um segundo comparado à Eternidade! Eu vou indo desiludida e triste. Profundamente decepciona.

Primeira Estrela- Exatamente como eu: decepcionada, desiludida, triste! Imagine que iluminei, orgulhosa e desvanecida, o palácio do rei Herodes...

Segunda Estrela- Como eu que, desvanecida e orgulhosa, brilhei sobre a cúpula do templo de Salomão. Todavia, um poder mais forte do que Israel, um braço mais possante do que o orgulho do povo hebreu, investiu sobre o templo de Salomão, abateu-o e arrasou- o, não deixando pedra sobre pedra. Foi horrível, minha irmã! Horrível! E, com a destruição do templo que do alto iluminei tão orgulhosa, testemunhei a destruição do meu orgulho.

Primeira Estrela- Exatamente como o que se deu comigo. O mesmo braço forte, que abateu o templo de Salomão, arrasou a orgulhosa Jerusalém  arrasando também o palácio do orgulhoso Herodes, que iluminei, vaidosamente. Fui severamente castigada no meu orgulho.

Segunda Estrela- Mas, Herodes...

Primeira Estrela- O Grande rei da minha admiração, de quem fui sua estrela, havia já desaparecido, exilado em terra estrangeira, roído de bichos, amaldiçoado de sua gente e de estranhos...Horrível! Minha irmã! Horrível!

Segunda Estrela -Amaldiçoado através das gerações e a dentro da história. Horrível!

Primeira Estrela -E a maldição que pesou sobre Herodes, foi a minha própria maldição!

A Estrela pequenina, muito luminosa e linda aproxima.

Primeira Estrela (apontando)- Olha! Olha! Não é a estrelinha impertinente e humilde?

Segunda Estrela- Parece...Parece...É ela! Como esta bonita e brilhante!

Estrela Modesta (garrida e brilhante, muito afetuosamente)- DEUS vos salve, donas Estrelas!

Primeira Estrela- DEUS te salve! Como estás bonita e luminosa.

Segunda Estrela- Tu, pelo que se adivinha, foste bem mais feliz do que nós.

Estrela Modesta- A bondade de Deus exaltou-me. Fez-me tão feliz! Tão feliz, que até podeis me chamar irmã!

Primeira Estrela- A bondade de Deus te exaltou! E humilhou-nos a SUA justiça!

Segunda Estrela -Somos, hoje bem desgraçadas! Eu, que brilhei sobre o templo de Salomão...

Estrela Modesta- Conheço a vossa história, minha irmã! A história do templo de Salomão e do palácio de Herodes...

Primeira Estrela -Nós porém, não conhecemos a tua...

Estrela Modesta- Fui brilhar sobre a modesta cocheira que vós me designastes. E com que prazer minhas irmãs, para o meu coração! Lá estavam a dormir alguns animais tão mansos! Como nós, também filhos de Deus, que os fez e a nós...

Segunda Estrela- Nós não compreendíamos, ai de nós.

Estrela Modesta -Acontece que foi dar a essa estrebaria um casal. Um velho e uma moça ingênua e linda, que lhe parecia filha.

Segunda Estrela- E quem era o velho?

Estrela Modesta- Esposo. Esse casal fora o destinado por Deus para ser...

Primeira Estrela -Já sei! Já sei! (e num transporte) Os pais de Jesus de Nazaré.

Estrela Modesta -Jesus de Nazaré nasceu na manjedoura que eu clareava, clareando-lhe seus primeiros vagidos de existência! E guiei, ainda, os pastores de Belém para adorá-lo! Os três Reis Magos para reverenciá-lo! OH! Minhas irmãs, que felicidade!

Segunda Estrela- E bem mereceste, que soubeste ser humilde!

Primeira Estrela- Que viveste, magnificamente, a lição evangélica, que ensina os que se exaltam serão humilhados.
Segunda Estrela- Como nós, orgulhosas estrelas, fomos humilhadas!

Estrela Modesta -Que a lição vos aproveite, minhas irmãs. A lição de Jesus de Nazaré, o maior dos humildes e o mais legitimamente exaltado por sua humildade.

Primeira Estrela- Exaltado a exaltar entidades como tu, que foste, de nós três a que verdadeiramente iluminou!

Segunda Estrela- A que brilhou de verdade!

Primeira Estrela- A que ficou, perenemente na memória e no coração de todos.

Segunda Estrela- É abençoada de Deus e querida de Jesus!

Estrela Modesta- Como queridas de Jesus e abençoadas por Deus sereis vós, quando reparardes vossas faltas, para vossa exaltação justíssima, que só a verdadeira humildade nos confere. Deus que vos encoraje e anime para tanto minhas irmãs!

Segunda Estrela- Assim seja.

Primeira Estrela- E para exemplo e lição dos orgulhosos e exaltados da terra.

Segunda Estrela- Hosana a Jesus e Glória ao Bem!

domingo, 28 de outubro de 2012

sábado, 6 de outubro de 2012

CAMISA DO PROJETO

MURAL



FRASES NA PORTA

LIVRINHO



ATIVIDADE

DISCO DE INFORMAÇÕESe



Confeccionado por Ana Cristina

PROJETO 70 ANOS PAULO E ESTEVÃO

PROJETO 70 ANOS PAULO E ESTEVÃO


segunda-feira, 16 de julho de 2012

terça-feira, 8 de maio de 2012

TEATRO DE FANTOCHE

AS PALAVRINHAS MÁGICAS

NARRADOR:Era uma vez um menino chamado Juquinha que morava com sua mãe e seu avô Tito numa cidadezinha muito bonita. Juquinha era um menino que adorava travessuras. Era um menino muito levado e sem educação.

CENA: Abre a cortina,entra Juquinha e se apresenta.

JUQUINHA: Oi pessoal! Eu sou o Juquinha e não gosto mesmo de fazer gracinhas para ninguém. Quando eu quero, quero. Faço sempre tudo que me dá na cabeça e não preciso de ninguém. Ainda mais agora que mamãe viajou e vovô é muito velho para brigar comigo. Ah!Ah!Ah!

NARRADOR: Perto dali Mariazinha brincava com o seu amiguinho Pedrinho.

CENA: Abre a cortina e as duas crianças brincam de A-BO-LE-TA. Eles param de brincar e se apresentam e cumprimentam as crianças.

MARIAZINHA: Pedro com tantas crianças bonitas, que tal todos nós brincarmos de cantar?

PEDRO: Boa idéia Maria! Está um lindo dia e eu adoro cantar. Vamos todos cantar amiguinhos?

CENA: Os dois cantam: Oi tudo bem? Você precisa de um amigo....
Quando a música, termina entra Luiza com uma bola, se apresenta e chama os amigos para brincar.

LUIZA: Oi pessoal, eu sou Luiza, Pedro vamos brincar de bola?

CENA:Quando começam a brincar entra Juquinha empurrando as crianças,

JUCA: Me dá a bolsa que eu quero brincar.
LUIZA: Não, nós estamos brincando.
JUCA: Eu quero a bola só para mim.
PEDRO: A bola não é sua.
JUCA: Me dá senão eu estouro.
MARIAZINHA: Não faça essa maldade Juquinha.
JUCA: Faço sim. (estoura a bola e sai rindo).

CENA: As crianças saem chorando e a cortina se fecha. Toca uma música “Fazer o Bem”. Abre a cortina e Juquinha está cantarolando quando entra o vovô Tito.

VOVÔ: Juquinha, preciso lhe dar uma notícia muito triste. Sua mãe estranhou o clima lá da cidade onde ela foi, adoeceu e está no hospital. Eu sou muito velho para levar você, pois o lugar é muito longe e eu não agüento viajar muito tempo sentado. O que vamos fazer?

JUCA: (chorando) Não se preocupe vovô, vou chamar a turma para ir comigo.

CENA: Saí o avô e Juca fica a procura dos amigos.

JUCA: Maria! Pedro! Luiza! Onde estão vocês? Vocês vão ter de me ajudar! Depressa! Agora!

CENA: Entram as crianças.

MARIA: O que você quer Juca?
JUCA: Preciso viajar para ver minha mãe e não posso ir sozinho. Vocês vão comigo, já resolvi!

CENA: As crianças se reúnam e cochicham.

MARIA: Juca, você é sempre mal para nós e agora é a nossa vez. Nós não vamos não.

CENA: As crianças saem rindo e Juca fica chorando.

JUCA: Eu não vou conseguir ver minha mãezinha...

CENA: Entra o avô.

TITO: O que houve meu filho?
JUCA: As crianças não querem me ajudar!
TITO: Mas porque? Você explicou tudo? Você pediu?
JUCA: Eu falei e só. Não peço nada a ninguém, eu mando.
TITO: Não, Juquinha, você está errado. Jesus nos ensinou a amarmos todos como irmãos e não é assim que devemos tratar nossos irmãos. Devemos sempre ser humildes, caridosos, amáveis e fazermos sempre o bem, pois assim teremos sempre o bem de volta e Jesus que está sempre conosco ficará muito feliz também.
Aprenda a usar as palavrinhas mágicas que vou te ensinar: OBRIGADO, COM LICENÇA, POR FAVOR E DESCULPE. Com estas palavrinhas tudo será mais fácil para você.
Vamos cantar criançada?
Obrigado para agradecer....

JUCA: Obrigado vovô, não vou esquecer. Vou correndo procurar meus amiguinhos.

CENA: Sai Juca e entram as crianças.

TITO: Porque vocês não ajudaram Juquinha a ir ver a mãe dele?
PEDRO: Porque ele é levado e sem educação!
TITO: Mas vocês estão errados, se esqueceram também das palavrinhas mágicas que são: caridade, perdão e amor. Estas palavrinhas quem nos ensinou foi JESUS, por isso jamais devemos esquecê-la. Pense, nisso....

CENA: Sai o vovô e as crianças ficam a pensar.

MARIA: Acho que ele tem razão.
PEDRO: É, coitado do Juquinha.
LUIZA: Coitadinha da mãezinha dele!
MARIA: Acho que devemos ajudá-lo.

CENA: Entra Juca.

JUCA: Oh! Meus amigos! O vovô me ensinou a usar quatro palavrinhas mágicas e meus amiguinhos aqui me ajudaram a aprender uma música nova. Eu queria pedir desculpas a vocês. Por favor meus amiguinhos, me perdoem as maldades que fiz me ajudem a ir ver a minha mamãe. Eu prometo de que agora em diante vou ser um bom menino.

CENA: Todos se abraçam e dizem:

TODOS: Claro que vamos ajudá-lo Juquinha!

MARIA: Hei, mas tem uma condição:

JUCA: Qual?
MARIA: Que você nos ensine a música nova.

JUCA: Ah! Isso é fácil, não é garotada? Vamos lá... Obrigado para agradecer...

GRUPO ESPÍRITA JOANA D’ARC

COMO CATIVAR EM FAMILIA?




Atividade realizada pela evangelizadora Ana Cristina com a turma do II Ciclo -II ENCONTRO DA FAMÍLIA