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terça-feira, 22 de novembro de 2011

AS TRES ESTRELINHAS




CENA I

NARRADOR- O céu salpicado de pontinhos luminosos e três deles se destacavam. Eram: a Estrelinha Azul, Estrelinha Dourada e Estrelinha Amarela. E bem perto delas estava Dona Lua, bela e tão serena! Que encanto!

As estrelinhas cantavam alegremente...

Estrelinhas: Pisca, Pisca Estrelinha.

NARRADOR- Dona Lua aproximando-se perguntou:

Lua- Estrelinhas, vocês já observaram o planeta Terra?
E. Azul- Sempre a vejo daqui, mas nunca fui lá...
E. Amarela- Nem eu.
E. Dourada- Tenho vontade de conhecê-lo.
Lua- Observem bem o planeta Terra e vejam que confusão. Pessoas vão e vêm apressadas. Correm, correm e às vezes nem sabem por que estão correndo.
E. Amarela- É mesmo!!! Que coisa horrível!!!
Lua- Estão agitadas, não param para pensar....
E. Azul- E saber pensar é tão importante...
E. Dourada- Sem pensar corretamente não se pode ser feliz...
Lua- Não se pode aprender, não é mesmo???
3 estrelas- È verdade Dona Lua!
Lua- A maioria das pessoas na Terra está desligada de Deus.
E. Dourada- Que pena!!!
Lua- Com isso, ninguém entende ninguém. ( ver posição entristecida das 4 no palco)

NARRADOR- As estrelinhas condoídas, olhando a Terra girando no espaço disseram ao mesmo tempo.

Estrelinhas- Dona Lua, precisamos fazer alguma coisa....

NARRADOR- Diante do interesse demonstrado pelas estrelinhas, Dona Lua sentiu um raio de esperança encher o seu coração.
Lua- Vocês estão dispostas, realmente, a ajudar as pessoas lá na Terra?
E. Dourada- Precisamos fazer isso!
E. Amarela- E já!!!!
Lua- Ótimo!!!Ótimo!!!

(a lua dirigindo-se a estrelinha dourada)

Você, Estrelinha Dourada, terá a missão, com sua luz, de ligar as criaturas com Deus.
E. Dourada- Assim farei.
Lua- A Estrelinha Azul as envolverá em vibrações de calma.
E. Azul- Está certo!!!
Lua- Uma vez ligadas a Deus e mais calmas, conseguirão refletir que nada estão fazendo pelo semelhante. Só trabalham para sua subsistência e nada mais.

(e dirigindo-se à Estrelinha Amarela)

Nessa hora, você, Estrelinha de luz amarela, dará forças às criaturas para dirigirem suas energias para o bem.
E. Amarela- Ficarei muito feliz em orientar os homens para dirigirem suas energias no sentido do bem.
Lua- (dirigindo-se às 3 estrelinhas) Se vocês conseguirem isto, haverá mais harmonia e paz entre os homens.

NARRADOR- Assim, as 3 estrelinhas partiram com destino à Terra, onde começam seus trabalhos.
Tentaram iluminar as pessoas adultas, mas como foi difícil!!!
Estavam por demais envolvidas com as coisas do mundo, tornando-se insensíveis.
As estrelinhas projetavam suas luzes, mas nada conseguiram.
Não sabiam mais o que fazer.

CENA I

Pessoas agitadas, agressivas (E. Azul)
-Pessoas revoltadas, blasfemando contra Deus e Jesus (E. Dourada)
Pessoas falando mal dos outros (E. Amarela)

CENA II

As estrelinhas ficam tristes e sozinhas no palco.

CENA III -(entram crianças brincando e as estrelinhas começam a brincar suas luzes sobre elas).

NARRADOR-Que fofura, que sensibilidade...
Ao passarem pelas estrelinhas, sentiram logo o efeito de suas luzes.

Criança 1 - Vou começar a rezar ao meu anjo da guarda para que me ajude a ser bondosa com meus irmãos e respeitar os mais velhos.

Criança 2- Eu vou pedira Deus que toda vez que eu tiver ímpetos de gritar com alguém, me ajude a ser calmo (a).

Criança 3 - Eu vou pedir tudo isso e mais ainda...
- Que me ajude a fazer o bem aos outros.

Criança 4 - Eu quero ser bom e justo também...

Criança 5 - Hei de fazer tudo para que todos sejam felizes...

NARRADOR- As estrelinhas cantavam de alegria porque, finalmente, haviam encontrado corações sensíveis às suas luzes.

Cena I-(crianças que saem alegremente)

Cena II-(enquanto as estrelinhas cantam alegremente).

Desde esse dia, onde estavam às crianças, as estrelinhas também estavam, pois ficaram na Terra por muito tempo, até o dia em que precisaram voltar ao encontro de Dona Lua, onde estão até hoje.

E estas verdadeiras mensageiras de Jesus continuam a velar pelas crianças. Felizes porque estão levando avante o trabalho de sensibilizar as pessoas, com suas atitudes de bondade, respeito e fé, contribuindo para que os homens tenham mais harmonia entre si.

GRUPO ESPÍRITA JOANA D'ARC

NATAL-2003

CONTO DE NATAL




Narrador 1- CONTO DE NATAL – Natal 1994
De Francisca Clotilde

Narrador 1- A noite é quase gelada....
Contudo, Mariazinha
É a menina de outras noites
Que treme,tosse caminha...

Narrador 2- Guizos longe, guizos perto...
É Natal de Paz e amor.
Há muitas vozes cantando:
Coro: “Louvado seja o Senhor”

Narrador 3- A rua parece nova.
Qual jardim que floresceu.
Cada vitrine enfeitada repete:
Coro: “Jesus nasceu !”

Narrador 1- Descalça vestido roto,
Mariazinha lá vai...
Sozinha, sem mãe que a beije,
Menina triste, sem pai.

Narrador 2- Aqui e ali, pede um pão...
Esta faminta e doente.

Criança 1- “Vadia, saia depressa !” (Mariazinha vai bater em 2
Criança 2- “Menina ladra!” casas e recebe estas res
Criança 3- “Fuja daqui, pata feia!” postas)
Toda criança perdida deve dormir na cadeia.

Narrador 2- Mariazinha tem fome
E chora, sentindo em torno
O vento que traz o aroma
Do pão aquecido ao forno.

Narrador 3- Abatida, fatigada,
Depois de percurso enorme,
Estira-se na calçada...
Tenta o sono mais não o dorme.

Nisso, um moço calmo e belo
Surge e fala, doce e brando

Jesus:- Mariazinha, você
Esta dormindo ou pensando?

Mariazinha:Hoje é dia de Natal, estou pensando em Jesus.

Jesus: Não recorda mais alguém ?

Mariazinha:Eu penso também, com saudade, em minha mãe
que morreu...
Jesus: Se Jesus aparecesse, que é que você queria?

Mariazinha: -Queria que ele me desse
Um bolo de padaria...

Depois de comer, então, queria um par de sapatos e uma blusa grande e quente.
Depois de tudo...eu queria
Uma boneca também...

Jesus: -Pois saiba Mariazinha,
Eu lhe digo que assim seja !
Você terá tudo
Aquilo que mais deseja.

Mariazinha: Mas, o senhor quem é mesmo?

Jesus: -Sou seu amigo de sempre,
Minha filha, eu sou Jesus!...

Narrador 1- Mariazinha, encantada,
Tonta de imensa alegria,
Pôs a cabeça cansada
Nos braços que ele estendia...

Narrador 2- E dormiu, vendo-se outra,
Em santo deslumbramento,
Aconchegada a Jesus
Na gloria do firmamento.

Narrador 3- No outro dia, muito cedo,
Quando o lojista abre a porta,
Um corpo caiu de leve
A menina estava morta.


Adaptação- Grupo Espírita Joana D’Arc – Campos -RJ

NASCIMENTO DE JESUS





NARRADOR 1-Há muito tempo, numa cidade longe daqui chamada Nazaré morava um casal muito querido pela bondade de seus corações. Ele se chamava José e era carpinteiro; ela se chamava Maria e cuidava do lar.

NARRADOR 2-Maria foi escolhida por Deus para ser a mãe de uma criança que viria ao mundo para exemplificar o amor e ensinar os homens a serem bons, muito bons. Seu nome seria Jesus.

NARRADOR 1- E assim, José e Maria estavam esperando a chegada daquele filhinho tão importante, porque Ele seria o Espírito mais iluminado que viria a nascer na Terra.

NARRADOR 2- Certo dia, Maria e José tiveram que sair de Nazaré para fazer uma viagem até uma cidade chamada Belém. Eles viajaram num burrinho, e estava chegando a época de Jesus nascer.

ENTRAM DUAS CRIANÇAS REPRESENTANDO MARIA E JOSÉ E PEDEM ABRIGO NA HOSPEDAGEM

JOSÉ- Toc, toc, toc. (Bate à porta e pede hospedagem)

DONO DA HOSPEDAGEM- Em que posso ajuda-lo?

JOSÉ - Boa tarde, senhor, precisamos de hospedagem. Minha esposa está para dar a luz.

DONO DA HOSPEDAGEM- Infelizmente estamos lotados. Dificilmente o senhor encontrará hospedagem nessa cidade.

JOSÉ - Mesmo assim, obrigado.

NARRADOR 1-Chegando a Belém, José não encontrou hospedagem para que eles ficassem. Estava tudo cheio. Então eles foram andando para fora da cidade e encontraram uma pequena estrebaria, que é o lugar onde ficam os animais.

ENTRAM AS CRIANÇAS DO MATERNAL VESTIDAS DE ANIMAIS
MÚSICA: NA MANJEDOURA (Vocês sabem quem viu Jesus nascer?)

NARRADOR 2- José limpou a manjedoura, que é aquele lugar onde se coloca comida para os bois e cavalos, forrou-a com palhas bem fofinhas; Maria colocou uns paninhos bem limpinhos sobre as palhas, e aquele foi o bercinho onde Jesus ficou ao nascer.

ENQUANTO É NARRADO MARIA E JOSÉ ENCENAM A NARRATIVA

NARRADOR 1- E Jesus nasceu numa noite muito linda... Os Espíritos anunciaram aos pastores que trabalhavam ali por perto, que nascera o Salvador do mundo e os pastores foram visitá-lo.

ENTRAM AS CRIANÇAS DO JARDIM ENCENANDO OS PASTORES
MÚSICA: TOCAM OS SINOS (Tocam os sinos, din don, din don)

NARRADOR 2- Tendo nascido Jesus em Belém da Judéia, do Oriente vieram três Reis Magos adorar Jesus. Ia adiante a estrela que tinham visto no Oriente. Até que chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino Jesus. Lá chegando os três Reis Magos ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra.

ENTRA UMA CRIANÇA COM UMA ESTRELA NA CABEÇA OU NO PEITO GUIANDO AS TRÊS CRIANÇAS REPRESENTANDO OS TRÊS REIS MAGOS
MÚSICA: NAQUELA NOITE (Naquela noite em Belém, mais uma estrela brilhou)

ENQUANTO A MÚSICA VAI SENDO CANTADA AS SITUAÇÕES SÃO ENCENADAS
Mais uma estrela brilhou. – ENTRA A ESTRELA
Também os magos viram- ENTRAM OS REIS MAGOS

NARRADOR 1- Uma estrela anunciou o nascimento de Jesus e do Oriente vieram os três Reis Magos ofertar dádivas a Jesus.

REI MAGO 1- Trago ouro.

REI MAGO 2- Trago incenso.

REI MAGO 3- Trago mirra.

NARRADOR 2- Ainda hoje, 2009 anos após o nascimento de Jesus, a medida que a humanidade adquire maturidade e evolui, Jesus está cada vez mais presente em nossas vidas.

NESSE MOMENTO ENTRA UMA CRIANÇA ENCENANDO JESUS ADULTO, QUE SE POSICIONA DE FRENTE PARA A PLATÉIA E TRANSMITE UMA MENSAGEM DE AMOR.

JESUS ADULTO- Que a minha paz esteja com todos e que meus exemplos sejam sempre a trajetória de vida para toda a Humanidade.

TODAS AS CRIANÇAS E JOVENS: Feliz Natal!

MÚSICA: NATAL DE AMOR


NARRADOR 1-___________________________________

NARRADOR 2-__________________________________

JOSÉ-__________________________________________

MARIA-________________________________________

DONO DA HOSPEDAGEM-_______________________

PASTORES- CRIANÇAS DO JARDIM

ANIMAIS-CRIANÇAS DO MATERNAL

REI MAGO1-____________________________________

REI MAGO 2-____________________________________

REI MAGO 3-____________________________________

JESUS ADULTO-_________________________________

ESTRELA-_______________________________________

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A CARTA







Connie Durval
Extraido do livro:"A luz dissipa as trevas".
(seleção de texto feita por Paulo Daltro de Oliveira)

NARRADOR: Ruth olhou em sua caixa de correio.So havia uma carta. Não tinha selo nem marcas do correio,somente seu nome e enderêço.
Decidiu ler a carta:

JESUS(voz oculta): Querida Ruth :
Estarei próximo de sua casa, no sábado, à tarde, e passarei para visitá-la.
Com amor,
Jesus
NARRADOR: As mãos da mulher tremiam quando colocou a carta sobre a mesa.

RUTH: Por que o Senhor vai querer visitar-me ? Não sou ninguém especial,nada tenho para oferecer-Lhe.

NARRADOR: Preocupada, recordou o vazio reinante nas estantes de sua cozinha.

RUTH: Aí, não! Nada tenho em casa. Terei que ir ao mercado e comprar alguma coisa para o jantar.

NARRADOR: Ruth colocou um agasalho e se apressou em sair. Um pão francês, um pouco de peru e uma caixa de leite... Guardou um pequeno troco que deveria durar até a segunda-feira. Mesmo assim, sentiu-se bem e saiu a caminho de casa, com sua humilde compra.

HOMEM: Olá,senhora, pode nos ajudar?

NARRADOR: Ruth estava distraída pensando no jantar,que não viu duas pessoas no corredor. Um homem e uma mulher, os dois vestidos com pouco mais que farrapos.

HOMEM: Olhe, senhora, não tenho emprego. Minha mulher e eu temos vivido na rua. Está fazendo frio e estamos sentindo fome. Se a senhora pudesse nos ajudar, ficaríamos muito agradecidos. ..

NARRADOR: Ruth, olhou para eles com cuidado. Estavam sujos e francamente, ela estava segura de que eles poderiam conseguir algum emprego se realmente quisessem.

RUTH: Senhor, eu queria ajudar, mas eu mesma sou uma mulher pobre. Tudo que tenho são umas fatias de pão, e receberei um hóspede importante para esta noite e planejava servir-Lhe isso.

HOMEM: Sim,senhora, entendo... De qualquer maneira,obrigado.

NARRADOR: O pobre homem colocou o braço em volta dos ombros da mulher, e os dois se dirigiram para a rua.

Aos vê-los saindo, Ruth sentiu um forte pulsar em seu coração.

RUTH:Senhor, espere!
Olhem,querem aceitar este lanche? Conseguirei algo para servir ao meu convidado.
(estendendo com a mão o pacote de lanche).

HOMEM: Obrigado,senhora, muito obrigado.

MULHER: Obrigado!
(Ruth percebe que a mulher tremia de frio)

RUTH:Sabe, tenho outro casaco em minha casa, tome este.
(Ruth oferece o casaco, desabotoa-o e coloca sobre os ombros da mulher).

MULHER: Obrigada,senhora, muito obrigada!

NARRADOR: Sorrindo, voltou o caminho de casa....sem casaco e sem lanche para servir a seu convidado.
Ruth estava tremendo de frio, quando chegou à porta de sua casa.
Nada tinha para oferecer ao Senhor.
Procuravaa chave, rapidamente, na bolsa,quando viu outra carta na caixa do correio.

RUTH: Que raro, o carteiro nunca vem duas vezes ao dia!
(Ela apanha a carta e abre)

JESUS: Querida Ruth:
Que bom vê-la novamente. Obrigado pelo delicioso lanche e pelo esplêndido casaco.
Com amor,
Jesus.

************ ********* ********* **


Vinde, benditos de meu Pai, possui por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome e me destes de comer.
Tive sede e me destes de beber.
Era estrangeiro e me hospedastes;
Estava nu e me vestistes;
Adoeci e me visitastes;
Estive na prisão e fostes ver-me.
Então os justos lhe responderão,dizendo:
Senhor,quando te vimos com fome, e te demos de comer?
Ou com sede, e te demos de beber?
E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos?
Ou nu, e te vestimos?
E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei dirá: Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmão, a mim o fizestes.
(MATEUS - 25:34-40)

domingo, 6 de novembro de 2011

A LENDA DAS TRÊS ÁRVORES




A LENDA DAS TRÊS ÁRVORES
Rita Foelker
Adaptação de uma crônica do Irmão X, do livro “Cartas e Crônicas” (Francisco Cândido Xavier - FEB)
ADAPTAÇÃO PARA ENCENAÇÃO
PERSONAGENS:

-Simão Abileno -
- Aluno -
- As três árvores -
- Criador -
- Construtor -
- Lenhador -
- José -
- Maria -
- Jesus -
Total: 11 personagens
INTRODUÇÃO
O narrador da história será o personagem Simão Abileno. Um evangelizador deverá fazer um comentário inicial e introduzir a história.
O cenário do “palco” deverá ser composto de árvores frondosas, dando uma idéia de um bosque. Será o “pano de fundo” de toda a encenação.
CENA 1
(Duas crianças entram pela porta da frente do salão falando em voz baixa, como se estivessem conversando. Uma será Simão e a outra seu aluno. Os dois se dirigem até o palco. Sugestão: usar evangelizandos da Mocidade para serem estes dois personagens. Simão é o narrador e falará bastante. Da desenvoltura do narrador dependerá a compreensão da história.)
No Plano Espiritual, o velho Simão Abileno conversava com um aluno, quando ele lhe fez um pedido. (Introdução da encenação. Dará ensejo à entrada do personagem-narrador.)
ALUNO: - Simão, por favor, fale um pouco sobre a resposta de Deus às nossas preces.
(Simão para e pensa um instante, antes de falar.)
SIMÃO ABILENO: - Muito bem, sente-se que vou contar-lhes a Lenda das Três Árvores. Esta lenda nos diz assim...
CENA 2
(Com o aluno sentado na assistência, Simão começa a narrar a história. É feita a projeção do título da história, com a figura de três árvores frondosas – conforme no livro.)
SIMÃO ABILENO: - Num grande bosque onde havia muitas árvores, três árvores ainda pequeninas pediram a Deus que lhe desse destinos importantes e diferentes. Elas pediram assim:
(Entram três crianças caracterizadas de árvores. Projetar imagem das árvores pequeninas.)
PRIMEIRA ÁRVORE: - Senhor Deus, queria que minha madeira fosse usada para construir o trono do maior rei da Terra.
SEGUNDA ÁRVORE: - Senhor, queria ser usada na construção do carro que vai transportar os tesouros desse poderoso rei.
TERCEIRA ÁRVORE: - Senhor, queria ser transformada numa torre, que ficasse nas terras desse grande rei, para mostram o caminho do Céu.
SIMÃO ABILENO: - Quando terminaram de dizer suas preces, foi ouvida a voz de um mensageiro de Deus, dizendo que seus pedidos seriam atendidos.
CENA 3
(Projetar imagens das árvores crescendo.)
SIMÃO ABILENO: - O tempo foi passando, passando, até que um dia, chega um lenhador e corta as três árvores. As árvores vizinhas ficaram muito tristes. (Entra o personagem do lenhador com um “machado” nas mãos e simula o corte das árvores. As árvores dão as mãos e o lenhador vai puxando elas para fora do cenário. O grupo entra na Sala de Passes)
CENA 4
(O lenhador retorna puxando as árvores pelas mãos, mas elas já deverão estar sem suas folhagens. As crianças podem se sentar no chão, pois estarão representando a madeira disposta para venda em um mercado. Pode-se fazer uma plaquinha com a inscrição “MERCADO” e colocar em algum lugar neste momento. Projetar imagem de mercado.)
SIMÃO ABILENO: - As três árvores perderam seus, galhos, suas folhas e suas raízes e foram levadas para um mercado, para serem vendidas. Mas, elas nunca perderam a fé nas promessas de Deus. Elas se deixaram levar, com paciência e humildade.
(Entra criança caracterizada de criador. Pode ser uma espécie de pastor. Ela se dirige ao lenhador.)
CRIADOR: - Preciso de madeira para construir um grande cocho, para colocar água para os meus carneiros.
LENHADOR: - Esta aqui vai lhe servir.
(O lenhador conduz o criador até uma das crianças. Os dois saem de mãos dadas.)
CONSTRUTOR: - Preciso de madeira para construir um barco bem forte.
LENHADOR: - Esta aqui vai lhe servir.
(O lenhador conduz o construtor até uma das crianças. Os dois saem de mãos dadas.)
SIMÃO ABILENO: - A terceira árvore, como não foi logo vendida, foi guardada em um depósito, para ser aproveitada futuramente.
(O lenhador conduz a última criança conduz a última criança para fora do cenário.)
CENA 5
SIMÃO ABILENO: - As três árvores ficaram separadas e passaram por muitos sofrimentos, mas continuaram acreditando nas palavras do mensageiro celeste.
(Projetar imagens sugerindo local onde cada árvore estava, representando que as mesmas estão distanciadas uma das outras e em sofrimento.)
- No bosque, porém, as outras árvores perderam a fé no valor da prece.
(Buscar imagens de bosques que transmitam uma idéia de tristeza e depois de felicidade.)
- Mas, muitos anos mais tarde, as árvores do bosque ficaram surpresas, ao saber que os desejos das três árvores foram atendidos.
CENA 6
SIMÃO ABILENO - Quando Jesus estava para nascer, seus pais procuraram abrigo numa estrebaria.
(Inicialmente, entra uma criança que irá representar o criador. Depois entram duas crianças, representando José e Maria.)
JOSÉ: - Minha mulher vai ter um neném, precisamos de um lugar para ficar.
CRIADOR: - Venham, tenho um lugar onde vocês podem ficar e um belo cocho, que poderá servir de berço para o bebê.
(Todos saem de cena e é projetada uma imagem de Jesus na manjedoura.)
SIMÃO ABILENO: - Assim, a primeira árvore, que tinha virado um cocho, foi forrada com panos singelos e serviu de berço para Jesus recém-nascido.
CENA 7
SIMÃO ABILENO: - Quando Jesus estava passando os ensinamentos aos discípulos, ele precisou de um barco para atravessar a lagoa.
(Inicialmente, entra em cena o construtor e depois Jesus. Jesus se dirige ao construtor.)
JESUS: - Preciso de um barco para atravessar o lago com meus companheiros de viagem.
CONSTRUTOR: - Tenho um bom barco, que caberá todos vocês.
(Todos saem de cena e é projetada uma imagem de Jesus com os discípulos em um barco.)
SIMÃO ABILENO: - A segunda árvore, que havia virado um barco, foi usada por Jesus para transmitir, sobre as águas, belos ensinamentos.
CENA 8
(O lenhador entra em cena com a terceira árvore. A criança poderá ficar com os braços abertos, em forma de cruz. Depois, entrará Jesus, entristecido e conduzirá a cruz para fora de cena.)
SIMÃO ABILENO: - A terceira árvore foi transformada apressadamente em uma cruz, que Jesus carregou até o Gólgota.
(Jesus e a cruz saem de cena. É projetada imagem de Jesus no Gólgota, na cruz.)
- E, no alto do monte, aquela cruz guardou valentemente o corpo de Jesus e seu coração cheio de amor pela Humanidade. Ela mostrava o verdadeiro caminho do Reino dos Céus.
(Depois de uma pausa, Simão conclui a narrativa.)
SIMÃO ABILENO: - Então, compreendeu a história?
(Aluno se levanta e os dois ficam frente à frente.)
SIMÃO ABILENO: - Em verdade todos nós podemos fazer preces diversas para Deus. No entanto, todos precisamos saber esperar e compreender as respostas de Deus.
- As três árvores queriam servir a um grande rei. Seus pedidos foram atendidos após muito tempo. As três ajudaram a maior de todos os reis a cumprir sua missão – Jesus.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

JESUS, O MAIOR PRESENTE


NARRADOR:

 Uma alegria muito grande percorria o planeta.Era o
nascimento de Jesus. Maria havia se tornado mãe, uma mãe muito especial.
Mãe daquele que Deus enviara a Terra nos ensinar a amar. A natureza
ficou sabendo e estava muito feliz.O vento, em forma de brisa passa
avisando:

VENTO: Jesus nasceu! Jesus nasceu!

NARRADOR:


Toda natureza queria presentear Maria pelo nascimento de
Jesus.O mar ficou muito feliz e resolveu enviar os peixinhos para que
levassem seus presentes.

PEIXES:


1- Trouxemos-lhe água,
2- pois será com ela que toda Terra será abençoada em
forma de chuva de amor.

SOL:

 O sol, astro-rei do planeta envia seus raios luminosos, para
que na Terra haja mais luz.

NARRADOR:

 Nas florestas, as árvores gigantescas também souberam da
notícia e como não pudessem ir, enviaram as flores e os frutos.

FLORES:
1-Trouxemos flores
2-Queremos que a terra se torne um lindo jardim.

FRUTOS:


 1-Trouxemos também os frutos,
2- para que alimentem todas as criaturas e saciem sua fome.

NARRADOR:


 O céu cobriu-se de luz. Estrelas que piscavam e brilhavam
saudavam a chegada de Jesus.


ESTRELAS:

 1-Trouxemos nosso piscar para embalar com ternura o
sonho de Jesus
2- e o sonho de todas as crianças deste planeta.

NARRADOR: O vento não pára. Incansável, leva a todos os cantos do
planeta a notícia.

VENTO: Maria é mãe! Jesus nasceu!

II parte (Cada um volta e fala para Maria)

VENTO:

 Senhora, Mãe Santíssima, ao tornar-se mãe de Jesus deu-nos
todos esses presentes!

AGUA-

(PEIXE 1) A água que saciou a sede do saber.
SOL: A luz que iluminou a noite de nossas almas.
FLORES: 1- O perfume que suavizou nossas vidas.
FRUTOS: 1- O fruto que matou a nossa fome de entendimento.
VENTO: A brisa que nos envolve e acaricia.
ESTRELA: 1- A estrela maior, que brilha no firmamento e nos
ilumina.

TODOS: Maria Santíssima, através de ti nasceu Jesus, o mair
presente de Deus para todos nós.

(DESCONHEÇO A AUTORIA)






domingo, 2 de outubro de 2011

CRACHÁ








GRUPO ESPÍRITA JOANA D’ARC
ABERTURA DO PROJETO 2011
01 e 02/10/2011
150 ANOS DE O LIVRO DOS MÉDIUNS

Desde os tempos mais remotos da Humanidade, desde a mais remota Antiguidade, o ser humano tem convivido com o mundo espiritual.
Os fenômenos mediúnicos aparecem entre os mais diversos povos da antiguidade:EGÍPCIOS,HINDUS, GREGOS, HEBREUS...
As revelações divinas aconteceram sempre de acordo com o nível de entendimento dos homens através dos tempos.
A Bíblia, o livro sagrado , é repleta de fenômenos mediúnicos.

MOISÉS E OS DEZ MANDAMENTOS
Moisés recebe no Monte Sinai os 10 Mandamentos, o primeiro livro mediúnico.
Os espíritos superiores gravam diretamente na pedra os 10 mandamentos da Lei de Deus num fenômeno de escrita direta ou pneumatografia.
Há ainda inúmeros relatos de aparições de espíritos na Bíblia.

ANUNCIAÇÃO DO NASCIMENTO DE JESUS – ANJO APARECE A MARIA
O próprio nascimento de Jesus foi anunciado por um anjo – um bom espírito - que aparece a Maria anunciando a chegada do menino Jesus:
- Salve, agraciada! O Senhor é convosco! Não temas porque achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás a luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus.

BATISMO DE JESUS POR JOÃO BAPTISTA
Jesus nasce e numa passagem do Evangelho, antes de começar a sua tarefa aqui na Terra, quando é batizado por João Baptista no Rio Jordão, os céus se abrem e uma pomba desce sobre Ele. Ouve-se uma voz que vem dos céus e diz:
- Tu és meu filho especialmente amado; em ti é que tenho posto toda a minha complacência.


A TRANSFIGURAÇÃO NO TABOR
Um dia, Jesus junto com três dos seus discípulos, Pedro, Tiago e João sobem a um monte chamado Tabor e aí se transfigura diante deles. Seu rosto resplandecia como o sol e suas vestes se tornaram brancas como a luz.
Eis que aparecem também Moisés e Elias que falam com ele.
Então se ouve uma voz que diz:
- Este é o meu Filho amado, em que me comprazo; a ele ouvi!
Os discípulos ficam com medo e Jesus lhes diz:
- Não temais!
E quando eles ergueram os olhos mais ninguém viram, somente Jesus.

SAULO A CAMINHO DE DAMASCO
Saulo, o Doutor da Lei, que era um perseguidor de cristãos ia a caminho de Damasco a fim de aprisionar Estevão, um cristão e vê um clarão que o cega.Cai do cavalo e ouve uma voz(era Jesus) que lhe diz:
- Saulo, Saulo, por que me persegues?
A partir daí Saulo se converte ao Cristianismo e adota o nome de Paulo, passando a divulgar o Evangelho de Jesus.

JOANA D’ARC
Na Idade Média a França estava em guerra com a Inglaterra e Joana D’Arc, heroína francesa e patrona de nossa casa, ouviu de seus amigos espirituais – São Miguel, Santa Margarida e Santa Catarina – que ela tinha uma grande missão.
Essa missão era libertar a França dos ingleses. Ela vai até o Rei da França e consegue montar um exército.
Parte para a guerra e consegue libertar a França.
Como Joana D’arc dizia ouvir vozes ela foi considerada uma bruxa e queimada na fogueira.
AS IRMÃS FOX


No final do ano de 1847 nos Estados Unidos, a família Fox, composta por John Fox, sua esposa Margareth e suas três filhas: Margareth, Kate e Léa, mudou-se para o condado de Rochester indo residir no vilarejo de Hydesville, lugar de população pequena, mas muito hospitaleira.
A casa era considerada estranha pelos vizinhos, mas a família começou a ouvir ruídos que aconteciam normalmente à noite. Eram batidas por toda parte
chamadas raps.
No ano seguinte – 1848 os ruídos se intensificaram. Era o chão que vibrava e as camas tremiam. Ninguém conseguia dormir direito.No dia 31 de março uma das meninas consegue imitar as batidas e estabelecer uma comunicação:


DIÁLOGO DE KATE FOX E DE SUA MÃE COM O ESPÍRITO CHARLES ROSMA

KATE: Quem está aí? É o Senhor Pé Rachado?

NADA SE OUVE

KATE: Sr. Pé Rachado, faça o que eu faço. (bate 5 palmas)

OUVE-SE A REPRODUÇÃO DAS 5 PALMAS EM PANCADAS

MÃE: Agora, faça exatamente como eu. Conte, 1, 2, 3, 4. (bate 4 palmas)

REPETE-SE O SOM

MÃE: Meu Deus, o que será isto?

KATE: Mãe, eu já sei o que é. Amanhã é 1.o de abril e alguém quer nos pregar uma mentira.

MÃE: Qual a idade de Kate?

OUVE-SE 11 PANCADAS

MÃE: Quantos filhos eu tive?

OUVE-SE 7 PANCADAS

MÃE: Realmente tive sete filhos, mas o último morreu. Que incrível! È um ser humano que me responde tão corretamente?

NÃO HÁ RESPOSTA

MÃE: È um espírito? Se for, de 2 batidas.

OUVE-SE 2 PANCADAS

MÃE: Se foi um espírito de alguém que foi assassinado dê 2 batidas.

OUVE-SE 2 PANCADAS


E foi assim que se estabeleceu naquela noite a telegrafia espiritual, denominada mais tarde de tiptologia. Foi revelado então que aquele espírito que se comunicava através das pancadas era Charles Rosma, um homem de trinta e poucos anos, que havia morado e tinha sido assassinado naquela casa. Seu corpo havia sido enterrado na adega, que é o lugar onde se guardam os vinhos para consumo da família.

AS MESAS GIRANTES

Mais ou menos na mesma época, na França as mesas começaram a girar e a dançar.
As pessoas perguntavam e elas respondiam com batidas no chão.
Todo mundo achava muito engraçado.
Combinaram uma pancada para sim e duas para não.
- Mesinha, eu vou me casar?
Aí a mesinha dava uma pancada.
- Mesinha, eu vou ganhar muito dinheiro?
A mesinha dava duas pancadas.
- Eu vou demorar para morrer?
A mesa respondia com uma pancada.
- Qual o nome da minha mãe? Helena?
A mesa respondia com duas pancadas.
-Sílvia?
A mesa respondia com uma pancada.
E assim a brincadeira corria animada pelos salões da França. Todo mundo se divertia muito.
E foi a partir dessa brincadeira que os fenômenos foram tomando conta e os espíritos começaram a falar, a conversar, a dar mensagens. A responder perguntas complexas sobre vários assuntos: ciências, filosofia, psicologia, história...
No início as pancadas apenas respondiam sim ou não. Depois se passou ás pancadas alfabéticas, quer dizer, uma pancada para a letra a, duas para a letra b e assim por diante. E iam se formando as frases de acordo com as pancadas dadas.
Depois passaram a se utilizar de uma cesta, a cesta de bico. Colocavam a mão sobre a cesta. Na ponta da cesta havia um lápis, então a cesta escrevia num papel respondendo as perguntas que eram feitas.
Foi exatamente nessa ocasião que o prof. Rivail – o nosso Allan Kardec – um dia encontra com seu amigo Sr. Fortier, que fala para ele daquelas mesas que giravam e falavam. Respondiam até perguntas que eram feitas pelas pessoas que estavam no ambiente.

CENA DE ALLAN KARDEC
(entra e fala)
FALA DE ALLAN KARDEC
-Mas como?
Eu acreditarei quando vir e quando tiverem me provado que uma mesa tem cérebro para pensar, nervos para sentir e que pode se tornar sonâmbula. Até lá, permita-me que eu não veja nisso senão uma fábula para provocar o sono.

(Kardec se senta observando com um bloco na mão onde está fazendo anotações)
Mas depois por insistência de diversos amigos compareceu a uma dessas reuniões na casa da Sra. Plainemaison, onde presenciou pela primeira vez o fenômeno.
Depois participou de reuniões em diversas casas de pessoas que se ocupavam com aqueles fenômenos.

CENA DAS MÉDIUNS
(Entram e se arrumam na mesa se colocando na posição cfe figura da época enquanto vai sendo feita a narração)
Começou a observar e não encarou o fenômeno das mesas girantes como um divertimento qualquer.
Kardec começou a examinar o fenômeno que vinha pela cesta de bico, que vinha pela prancheta e ele foi pouco a pouco obtendo respostas para as perguntas que fazia: perguntas complexas sobre filosofia, sobre psicologia, sobre história, sobre ciências e a cada resposta ele se estarrecia porque as meninas eram semi-alfabetizadas, no entanto naquelas circunstâncias demonstravam conhecimento além da imaginação.
Mais tarde observou-se que a cesta ou a prancheta não eram mais necessárias, pois o médium, pegando diretamente o lápis, punha-se a escrever mediante a transmissão do pensamento pelo espírito que ali se fazia presente.

ENTRADA DO ESPÍRITO
(Música suave de fundo que aumenta de volume durante a cena)
( o espírito fica atrás do médium e este começa a psicografar)

(Alguém vai ler o que está escrito, como se fosse a mensagem dada)
- Nós sempre estivemos ao lado de vocês em todas as épocas da humanidade.Quando morremos,quer dizer, desencanarmos, deixamos o corpo físico aí na Terra. Viemos para o mundo espiritual e queremos dizer a vocês que a vida continua. Somos espíritos imortais.
Somos aqueles que viveram na Terra e que ao desencarnar, isto é, deixar o corpo de carne, continuamos os mesmos, iguaizinhos ao que fomos aí , com as mesmas virtudes e vícios. Não fomos mandados ao céu nem ao inferno, mas habitamos regiões felizes ou de sofrimento, de acordo com a vida que tivemos na Terra, enquanto encarnados. Se fazemos o mal vamos viver em regiões de dor e sofrimento, mas se fazemos o bem, vamos viver em regiões de alegria e felicidade.
Fiquem em paz!! Fiquem em paz!!

Todo o grupo dessa cena sai e se senta na primeira fileira

O Prof. Rivail continua e aprofunda seus estudos, levando perguntas que eram respondidas por diversos espíritos através de diversos médiuns.
Esses fenômenos não se passavam só em Paris, onde morava o Prof. Rivail.
O mesmo acontecia também em vários países. Em razão disso o Professor formulava perguntas de grande importância e as dirigia para todos os lugares onde as sessões eram realizadas.
Depois ele analisava as respostas recebidas, comparava e organizava de acordo com cada assunto.
Era uma nova Doutrina que estava surgindo. O Prof. Rivail depois de muito trabalho resolve publicá-la em forma de livro.
Em 18 de abril de 1857 surge O LIVRO DOS ESPÍRITOS dando início a Doutrina Espírita.
O Prof. Rivail então resolve assinar com o pseudônimo de Allan Kardec, nome que havia possuído numa reencarnação anterior, entre o povo druida.
Ele não queria que nada e muito menos o seu nome pudesse comprometer aquela doutrina que estava surgindo: O Espiritismo.
Allan Kardec continua os seus estudos e em 15 de janeiro de 1861 surge O LIVRO DOS MÉDIUNS, um guia precioso, um roteiro para os médiuns.
O livro veio para orientar os médiuns, que são aquelas pessoas que são intermediárias entre o plano espiritual e o plano físico. Através dos médiuns os espíritos podem se comunicar conosco, trazer conselhos, ensinamentos.
Nas reuniões mediúnicas também são atendidos espíritos sofredores que recebem esclarecimento dados pelos doutrinadores, que são pessoas que conversam com os espíritos com muito amor.

Neste mês de outubro convidamos todos vocês a conhecerem um pouco desse livro – O LIVRO DOS MÉDIUNS - que há 150 anos vem revelando e esclarecendo à luz da razão as leis que regem a comunicação com os espíritos.

Todos os participantes saem da primeira fila de cadeiras, vão para a frente e cantam a Música



O Livro Dos Médiuns
(César Tucci)

Toc, toc, toc, toc, toc
Pelas batidas as paredes falaram
E na Europa até as mesas giraram
Pra lá e pra cá

Apontando as letras do alfabeto
Ora no chão, ora no alto, no teto
Formando frases
Respondendo as questões

Quem é que estava por trás disso?
Alguém se preocupou com isso
E começou as suas investigações
E descobriu que aquele jeito esquisito
Foi a maneira que então os espíritos
Usaram prá chamar sua atenção

E foi assim que Allan Kardec
Observou como é que tudo acontece
No intercâmbio entre nós
E o além

Desenvolveu aquela nova ciência
Com muito estudo, muitas experiências
Que o seu Livro dos Médiuns mostra bem
Agora pela voz, pela caneta
Não é preciso mais usar a prancheta

Pois até mesmo pela intuição

Refrão: 2X

Nossos amigos espirituais
Sempre nos trazem as lições de paz
Saudade, incentivo e muito mais
Muito mais

http://youtu.be/xvhIZLBkOjs

http://www.4shared.com/file/49y3focv/slide_-_musica.html

domingo, 18 de setembro de 2011

AS BEM-AVENTURANÇAS

A=Aninha
L=Luizinho
( dois fantoches de crianças. Pode ser feito de EVA, palito de churrasco... )

A: Bom dia crianças... (espera resposta...) eu sou a Aninha. Bom dia Luizinho!

L: Bom dia (Luizinho fala bem desanimado)

A: Ô Luizinho você está parecendo tão triste e desanimado....

L: É hoje eu estou triste mesmo.

A: Mas o que aconteceu com você ?

L: É lá em casa...

A: Me conta?

L: Briguei com meu irmão, por que eu não quis emprestar minha bola nova para ele e quando minha mãe foi falar comigo acabei respondendo mal ela... E até palavrão eu falei... Ai! que raiva do meu irmão ...grrr Ele é muito chato mesmo...fica só me irritando. Qualquer hora eu dou um soco na cara dele.

A: Então é isso que está te deixando triste assim? Às vezes a gente faz coisas que não deveria fazer. E no fundo a gente sabe que está fazendo errado. E acaba ficando triste .... desanimado...

L: E é tão ruim quando a gente se sente assim...

A: Por isso Jesus nos ensina o Sermão da Montanha para que possamos mudar nosso comportamento e não precisarmos nos sentir assim. Jesus convida quem está cansado e triste para aprender com ele.

L: O que é o sermão da montanha Aninha?

A: É um discurso que Jesus fez durante um longo tempo. É chamado da montanha por que foi proferido na encosta de um monte. Jesus falava aos discípulos, mas o sermão foi ouvido por um grande número de pessoas que tinham vindo de Carnafaum ao encontro de dele. Neste sermão Jesus nos apresenta as chamadas Bem-aventuranças, assim chamadas porque Jesus iniciou cada frase com “Bem-aventurados.
L: Como assim ?

A: No sermão da montanha Jesus nos ensina uma receita de felicidade.

L: Receita de felicidade ??

A: Alguém sabe o que significa o bem aventurado que Jesus fala no evangelho ?
( espaço para as crianças participarem .)
Bem aventurado quer dizer felizes... ”... As bem-aventuranças são a relação das qualidades, das virtudes que todos temos que desenvolver para alcançar a felicidade. Quem quer ser feliz ?

L: Eu quero (Luizinho levanta a mão bem rápido)

A: Eu também (Aninha levanta a mão também) E vocês crianças ?

L: Então vamos ver uma parte dessa receita e tentar entender o que Jesus quis nos ensinar...

(fazer placas com as bem - aventuranças e ler cada uma com elas. Se as crianças já souberem ler elas podem ler juntas.)

Felizes os pobres de coração ( Jesus nos ensina a ser humildes, bondosos, fraternos)
Felizes os que choram pois Jesus consola.(Jesus nos ensina a enfrentar nossos problemas com otimismo )
Felizes os mansos ( Jesus nos ensina a sermos calmos)
Felizes os misericordiosos ( Jesus nos ensina a sermos caridosos)
Felizes os limpos de coração (Jesus nos ensina a sermos honestos e puros)
Felizes os pacificadores (Jesus nos ensina a procurarmos a paz e não a guerra)

A: Sabe Luizinho, Jesus tem um amor tão grande por nós que ele quer nos ver felizes. E ele sabe que só seremos felizes quando seguirmos seus ensinamentos. Deixa eu perguntar para alguma criança aqui...
Quando vc briga em casa ou na escola, vc se sente feliz ?

(deixar responder)

Não né .... Ninguém é feliz com raiva no coração... Por isso Jesus nos ensina a perdoar, amar o próximo, ser amigo de todos... pois ele sabe que só assim você será feliz...
Entendeu Luizinho ?

L: Entendi e gostei muito. Jesus todos os dias nos dá provas de seu amor !!!

sábado, 17 de setembro de 2011

A ARTE E A MUSICA





“A música nos une, nos eleva, nos liberta e nos ilumina...”




O presente trabalho destina-se a prover subsídios que permitam um estudo, ainda que superficial, acerca do uso da Arte e, em especial, da música como instrumentos pedagógicos no esforço evangelizador na seara espírita.

Sabendo que o ser humano é espírito em evolução, com bagagens multifacetadas e talentos adormecidos, não se desconhece que aqueles que hoje se encontram na posição de evangelizandos (a quem devemos iluminar os caminhos com o exemplo de nossa vivência e as luzes do Evangelho de Jesus e da abençoada Doutrina codificada por Allan Kardec) também possuem dons já aflorados ou ainda adormecidos, à espera de um toque, de uma situação onde o despertar ocorra com naturalidade para seu crescimento e amadurecimento espiritual.

O uso da Arte, mais e mais preconizado no meio educacional pelos benefícios inquestionáveis que proporciona ao processo de ensino-aprendizagem, justifica-se no contexto da evangelização ou da educação espírita como fator motivacional, de sensibilização por excelência, de liberação de energia, de elevação do tônus vibratório, de facilitação da absorção de conteúdos educativos e moralizantes.

Todas as expressões artísticas passíveis de serem utilizadas nesse contexto – pintura, desenho, dança, teatro, técnicas de modelagem, canto, poesia, dentre outras – só vêm a tornar mais atraentes e ricas, mais dinâmicas e criativas, as aulas sobre temas, algumas vezes, abstratos ou de difícil absorção, a depender do nível de maturidade ou de escolaridade da turma.

A música espírita, de cunho educativo e evangelizador, tem sido utilizada com excelentes resultados do ponto de vista dos benefícios para os evangelizandos, sejam crianças, jovens ou adultos, de situação sócio-econômica normal ou menos favorecida.

A Equipe de evangelizadores/educadores espíritas tem necessidade de melhor embasar a sua ação, estudando o valor e o papel da música a serviço da evangelização / educação espírita, desenvolvendo em si mesma os talentos porventura latentes ou mesmo novos talentos, aprimorando aqueles já desabrochados, tudo isso com o objetivo de melhor se qualificar para a tarefa abraçada, a ser desenvolvida com amor e dedicação.

Esse esforço de pesquisa, naturalmente, não esgota o assunto; apenas facilita a recorrência a uma coletânea básica de textos, artigos e mensagens sobre a Arte e a música, fornece uma base de estudo a ser aprofundada eventualmente, e acelera a busca da sintonia com o tema, necessária ao bom desenvolvimento dos trabalhos em que a música é o foco central.

Grupo Revoada

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

OFICINA DOBRADURA - ENCONTRO DA FAMILIA






OFICINA COLAGEM - ENCONTRO DA FAMILIA

O


O CASTELO DE AÇUCAR




NARRADOR: Egolanda era uma formiguinha muito esperta que morava em um grande formigueiro. Como formiguinha operária sua responsabilidade era trazer alimento para as outras irmãs. Naquele dia, Egolanda decidiu que iria para a região próxima à cerca do parque. Era domingo, estava repleto de pessoas e, com certeza, acharia muita comida. Pediu autorização ao chefe do serviço, no que foi prontamente atendida. assim, correu para o parque. Passou por muitos troncos, folhas, árvores, até que chegou à grande cerca. olhou de um lado, olhou de um lado, olhou do outro e decidiu ir mais adiante, até que...
EGOLANDA: Nossa! Puxa! Vou olhar mais de perto.
NARRADOR: Ela havia encontrado uma enorme montanha, toda branquinha. percebeu que aquela enorme montanha era toda feita de açúcar. Ficou tão maravilhada com a sua descoberta que gritou bem alto:
EGOLANDA: Estou rica, rica... Esta montanha inteira daria para alimentar o formigueiro todinho por mais de um ano!
NARRADOR: Mas, aquela alegria mudou de repente...
EGOLANDA: O quê? Eu... Dividir isto com aquelas formigas preguiçosas? Quem achou fui eu. Poderei passar o resto da vida aqui, sentada e sem fazer nada. Vou construir o meu castelo e serei a rainha do açúcar. Quem quiser do meu açúcar que pague, e caro. Mas, primeiro vou construir uma muralha em volta para evitar as formigas intrusas em meu palácio.
NARRADOR: Passou o dia todo catando gravetos, folhas. Construiu o muro e o castelo. Já era noite e lá no formigueiro todas estavam muito preocupadas porque ela não havia voltado. Falaram com a rainha da sua ausência e ela, imediatamente, ordenou que fossem providenciados alguns grupos de busca. Deviam partir logo pela manhã. No outro dia, de manhã cedinho, várias equipes saíram à sua procura. Ela foi encontrada tomando sol na varanda do seu castelo.
FORMIGA I: Egolanda! O que faz aí?
EGOLANDA: Agora estou rica e não preciso de vocês. Olhem o meu reino e fiquem maravilhadas com tudo o que tenho.
NARRADOR: Todas se entreolharam. Como não entenderam nada, voltaram correndo para o formigueiro e contaram tudo à rainha. Ela então resolveu ir fazer uma visita para ver o que se passava. Chegando lá observou aquela montanha e percebeu o que havia acontecido. Dirigiu-se a Egolanda e falou:
RAINHA: Minha filha, sei o que se passa. Esta montanha é toda de açúcar, não é?
EGOLANDA: Sim, e toda minha também.
RAINHA: Mas, egolanda, pense bem como poderia ser útil para todas nós a sua descoberta. Poderíamos ter alimento por um longo período de tempo!
EGOLANDA: O que? Você acha que eu vou dividir tudo isso com vocês? Agora também sou uma rainha e nunca mais trabalharei para ninguém.
RAINHA: Mas o trabalho é um meio de você se sentir útil.
EGOLANDA: Besteira, fora daqui; não quero ver nenhuma de vocês nunca mais.
NARRADOR: A rainha se entristeceu muito. A chefe da guarda que havia acompanhado a rainha ficou indignada com a atitude de Egolandra e falou:
FORMIGA II: Majestade, vamos tomar a montanha à força e depois prenderemos essa ingrata e...
RAINHA: Não, ela não está precisando de prisão; ela está doente, muito doente... Vamos embora e deixemos tudo como ela deseja.
NARRADOR: As formigas foram embora e deixaram Egolanda em sua nova casa. O tempo foi passado e ela ficava o dia inteiro sem fazer nada, só comendo e dormindo. Certo dia começou a cair uma chuvinha muito fininha que logo virou uma grande tempestade. Egolanda estava protegida no seu castelo. Como estava chovendo, foi dormir um pouquinho. Arrumou sua caminha e tirou uma soneca. A chuva, que estava caindo lá fora, aos poucos foi derretendo a montanha e começou a formar uma enorme lagoa de melado. Egolanda acordou assustada e viu que estava presa e cada vez se afundava mais e mais. Tentou sair dali, mas não tinha no que segurar.
EGOLANDA: Socorro! Socorro! Socorro! Alguém me ajude!
FORMIGA I: Majestade, tem alguém lá fora precisando de ajuda e está gritando por socorro.
RAINHA: Chame a equipe de resgate e salve a criatura... Depressa, anda...
FORMIGA I: Nossa! É a egolanda. Vamos levar a fujona pra rainha.
NARRADOR: Chegando ao formigueiro, para espanto geral, a rainha mandou que arrumassem o melhor quarto e chamassem os melhores médicos. Cuidou pessoalmente dela durante muitos dias, até que Egolanda despertou. Abriu os olhos e viu a grande rainha à sua frente.
RAINHA: Ei filha, está melhor?
EGOLANDA: Majestade o que estou fazendo aqui: só me lembro de estar me afogando naquela lagoa de melado...
RAINHA: Retiramos você de lá. Agora você tem que descansar para ficar completamente boa. Está com fome?
EGOLANDA: Sim.
RAINHA: Traga sopa, por favor. Agora que você já está um pouco melhor, vou voltar às minhas tarefas. As enfermeiras cuidarão bem de você.
NARRADOR: Sentindo-se amparada, egolanda começou a se lembrar do que havia feito. Lembrou-se que havia negado partilhar sua descoberta com as irmãs e não compreendia porque estavam tratando dela tão bem. Já não era mais rica, já não tinha mais nada a oferecer.
EGOLANDA: Majestade, por que vocês estão me tratando assim depois de tudo o que eu fiz?
RAINHA: O que você fez não foi correto, mas existe algo que você não está levando em consideração.
EGOLANDA: O quê?
RAINHA: É que nós amamos você.
NARRADOR: Diante daquelas palavreas, Egolanda começou a chorar. Desejou naquele momento ter morrido na lagoa, tamanha a vergonha que sentia.
RAINHA: Espero que você sare logo para que possa voltar ao trabalho.
EGOLANDA: A senhora não vai me castigar por tudo o que eu fiz?
RAINHA: Você não acha, filha, que já se castigou o bastante? É muito bom que esteja de volta.
NARRADOR: A rainha retirou-se do quarto e Egolanda chorou por muito ... E muito tempo. Chorava não mais de vergonha do que havia feito, mas de felicidade, porque havia compreendido que o tesouro maior neste mundo só os amigos que conseguimos conquistar com o perdão, amor e solidariedade.


MÚSICA: A LIÇÃO DA FORMIGUINHA.

LIVRO - CASTELO DE AÇUCAR - ESPIRITO VOVÓ AMÁLIA - ROBSON DIAS- FEB










O MAIOR BREJO DO MUNDO




NARRADOR: No brejo, uma verdadeira orquestra de sapos coaxavam: croac... croac... croac...
SAPO ELEOTÉRIO: Uaaaaaaaaaaaa! Que tédio! Choveu demais, não agüento mais essa monotonia do brejo. Um mergulhinho aqui outro ali, nada muda. Os mesmos insetos insonssos de sempre. Como eu gostaria de me mudar desse brejo!
SAPO DIMAS: Cuidado, amigo, sapo que pula de brejo em brejo pode acabar caindo na boca de uma cobra.
ELEOTÉRIO: Sapo de fora não chia! Lá vem você, Dimas, com seus avisos. Que mal pode haver em querer progredir na vida? Você está é com inveja de mim! Não entendo como esses sapos se contentam somente com esse charco, com essa água parada.
DIMAS: Eleotério, somos sapos e temos um papel importante na Natureza.
ELEOTÉRIO: Que papel? Comer moscas? Chega disso! Eu quero conhecer o mundo, viajar... Dizem que não muito longe daqui existe um grande brejo, de tão grande tem até marola, ondas curtas.
DIMAS: Cuidado, Eleotério, você pode se arrepender. Nós sapos, colaboramos com o homem para o equilíbrio do ecossistema. Mas eu já sei o que você deseja: ser beijado por uma princesa e virar um príncipe!
ELEOTÉRIO: Não seria má idéia. Mas chega dessa conversa de “eco”. Eu quero é viajar, conhecer outros sapos e sapinhas. Não adianta, nunca vou me conformar em viver aqui nesse brejo. Vou embora daqui amanhã, vou ser feliz.
DIMAS: Já ouvi dizer que nesse brejo a água é salgada.
ELEOTÉRIO: Deve ser mentira, isso é história de algum sapo invejoso. Onde já se viu isso? Água salgada! Era só o que me faltava. Recuso-me a comer esses insetos desse brejo. Tchau!!
NARRADOR: Embrenhando-se na mata, lá foi Eleotério saltitando atrás do brejo que fazia ondas. Após saltar por muito tempo, sentiu-se perdido e resolveu pedir informações para um animal esquisito que estava pendurado no galho de uma árvore.
ELEOTÉRIO: Com licença, estou à procura do maior brejo do mundo. Você sabe onde fica?
APÓS MEIA HORA ERGUENDO O BRAÇO EM UMA DIREÇÃO, A PREGUIÇA LÍGIA LIGEIRA INFORMOU:
LÍGIA LIGEIRA: Éeeeeeeeeeee poooooooor aaaaaaaaaaaliiiiiii!
(A idéia desse momento é montar uma espécie de balanço com corda para o bicho preguiça ficar preso.)
NARRADOR: Eleotério agradeceu e seguiu animado, pois nada o faria desanimar. Saltou.... saltou... e nada, estava cansado. Um caminhão passou – vrrrrrruuummmmmm- e quase o atingiu. Desesperado, Eleotério saltou o mais rápido que podia.
(A idéia é um dos personagens usar uma caixa de papelão pintada e enfeitada com alças para simular um caminhão.)
ELEOTÉRIO: Ufa... ufa... ufa... Essa foi por pouco. Será que o maior brejo do mundo está longe?
NARRADOR: Anoiteceu e Eleotério sentiu saudades das poças de água do brejo. O calor estava insuportável. Cansado, adormeceu escondido no tronco oco de uma árvore.
SAPO BOI: O que você está fazendo em minha casa?
ELEOTÉRIO: E... e... Eu? Desculpe-me eu estava cansado e acabei dormindo aqui.
SAPO BOI: Pelo jeito, você não é daqui, não é? Eu sou Firmino.
ELEOTÉRIO: Meu nome é Eleotério ao seu dispor. Estou à procura do maior brejo do mundo.
SAPO BOI: Essa é boa! Nunca ouvi falar desse brejo. Isso é ilusão.
ELEOTÉRIO: Por que você não vem comigo? Estou em busca da felicidade.
SAPO BOI: Só falta você me dizer que acredita em história de sapo que vira príncipe!
ELEOTÉRIO: Acredito muito!
SAPO BOI: Tudo bem, vá em frente, mas não diga que eu não lhe avisei. Acho que já descobri qual o lugar que você chama de maior brejo do mundo. Vou lhe ensinar o caminho.
NARRADOR: Pela manhã, Eleotério saiu pulando em direção ao seu sonho. Horas depois, ele escutou a grande sinfonia das águas. Seus olhos brilharam de contentamento. Deslumbrado, ele pulou para a areia quente. (Tocar som de ondas do mar nesse momento)
ELEOTÉRIO: Aaaaai...... uuuui........ aaaaaaaaaaai... uuuuuuii.. Que coisa quente é essa?
NARRADOR: Saltando cada vez mais alto para não se queimar, ele caiu na água salgada do mar. Uma onda veio e arrastou Eleotério para o fundo. Ele tentou nadar e não conseguiu. Bebeu grande quantidade de água salgada. O pobre sapinho reuniu todas as suas forças, foi saltando em direção a um terreno próximo. ( Usar TNT azul para sincronizar o movimento das ondas do mar)
TININHA SAPINHA: Quem é você? O que você foi fazer no mar? Você poderia ter morrido...
ELEOTÉRIO: Eu não queria morrer, estava iludido. Pensei que era o maior brejo do mundo.
TININHA SAPINHA: Foi loucura fazer isso. Descanse, você precisa se recuperar das queimaduras.
NARRADOR: Eleotério dormiu e acordou um bom tempo depois, com uma chuvinha maravilhosa caindo sobre ele. (Tocar som de chuva) Recuperado, ele se levantou e deu alguns saltos, no que foi acompanhado por Tininha Sapinha. Eleotério, feliz uniu-se a Tininha Sapinha formando uma família naquele terreno e assim, passou a ensinar aos seus filhinhos:
ELEOTÉRIO: Nós os sapos, somos muito importantes nos brejos em que moramos. Ajudamos os homens a manter o equilíbrio da natureza. Deus sempre espera que façamos o melhor, onde quer que estejamos. Que saibamos ser úteis uns aos outros, praticar a caridade sempre pois só assim seremos felizes. Quando fizermos aos outros aquilo que queremos que os outros façam a nós.
EVANGELIZADOR ENTRA FAZENDO UMA REFLEXÃO SOBRE O AGRADECIMENTO A TUDO QUE TEMOS: O NOSSO LAR, A FAMÍLIA, O CORPO PERFEITO, O ALIMENTO DE CADA DIA, A ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO INFANTIL, A ESCOLA CONVENCIONAL... SÓ TEMOS RAZÕES PARA AGRADECER ...

Adaptação do Livro - O Maior Brejo do Mundo de Adeilson Salles
Editora FEB

TECNICAS DE PINTURA



domingo, 11 de setembro de 2011

A MAGIA DOS FANTOCHES

O trabalho com esses bonecos estimula a criança a trabalhar com habilidades importantes para o desenvolvimento infantil. Também é um ótimo recurso para dar boas vindas às crianças no início das aulas.
PREPARE O SHOW

Use efeitos de luz, com lanternas de cores diferentes: colocando papel celofane na frente desta lanterna.

Coloque música para dar um clima na história.

Deixe que as crianças participem da história, conversando com os fantoches.

Faça o papel de mediadoras enquanto outra evangelizadora representa com o fantoche.

Prepare uma história para contar, que tenha como tema os primeiros dias de aula, para ajudar os alunos a se adaptarem.

TEATRO DOS DENTINHOS



Dentinho Feliz: Bom Dia,amigo! Como vai você? Estava com saudades!

Dentinho Sujo: Olá, Feliz! Não vou muito bem, não

Feliz: Você está mesmo com uma cara tão esquisita! O que aconteceu?

Sujinho: Não tenho dormido muito bem,sinto dores no meu corpo, aí,aí...

Feliz: Estou vendo que você está todo cariado.

Sujinho: Cariado,eu? Oque é isso?

Feliz: Não acredito que você não sabe. São essas manchas pretas que aparecem em você.

Sujinho: É, eu vi uns buraquinhos pretos aparecendo, mas nem dei atenção.

Feliz: Isso é a cárie, começa com um pretinho, vira um buração e pode doer. Você precisa ir ao dentista!

Sujinho: Den...den..tis..ta? Te..tem certeza?

Feliz: Claro! Você não foi bem cuidado, aposto que vai dormir sem ser escovado!. Esta sempre cheio de doces e restos de comida. Fio dental então nem sabe o que é!

Sujinho: É, Feliz, você tem razão. Mas agora acho que não tem mais jeito, vou continuar todo cariado,estragado e maltratado..

Feliz: Hei, pare já com esses lamentos!Em nome da nossa amizade, vou acompanha-lo ao dentista.

Sujinho: Você,acha que ele vai conseguir cuidar de mim?

Feliz: Claro que sim!Ele vai lhe mostrar como é bom ser escovado e ficar sempre bem limpo e cuidado. Assim você vai se tornar um dentinho feliz como eu!
E os dois dentinhos saem cantando.

A ESCOLINHA DE EVANGELIZAÇÃO



A ESCOLINHA DE EVANGELIZAÇÃO

Casa 1- Bons Tarde, amiguinhos! Tudo bem?
Casa 1 – Sabe quem eu sou?
Casa 1 –Sou uma Escolinha de Evangelização. Parecida com essa escolinha que vocês costumam freqüentar. Existem muitas escolinhas como eu espalhada pelo mundo.

Casa 1 – Vocês gostam daqui?

Casa 1 – Nós gostamos de tê-los aqui também.

(Entra a outra casinha)

Casa 1 –Olá amiguinha, tudo bem?
Casa 2 – Eu estou desanimada....
Casa 1 –O que houve?
Casa 2 –Quando fui construída,cada tijolinho que ganhava era uma alegria nova. Fui crescendo... Crescendo, até que fiquei pronta! Quando o primeiro dia de aula teve músicas, teatrinho, oração, brincadeiras e muito mais. Igual ao que vocês estão tendo hoje no retorno à Evangelização.

Casa 1 – Vocês ficaram com saudades?

Casa 2 – Nós também ficamos com saudades de vocês! Principalmente os evangelizadores.

Casa 1 –São eles que, nos ensinam tudinho que o nosso amado Jesus deixou para o mundo.

Casa 1 – Vocês sabem, quem é Jesus?

Casa 2 – Ele é nosso Irmão, Filho de Deus,como nós. Só que Ele é espírito perfeito e nós ainda não somos. Mas seremos um dia. É só seguir seu exemplo.

Casa 1 – Mas porque você está desanimada?
Casa 2 – Porque eu também no primeiro dia de aula fiquei lindona! Fiquei cheia de gente!Mas tive uma surpresa. Com o passar das semanas a criançada foi sumindo. Teve um dia chuvoso que nenhum amiguinho pareceu. Eu até chorei!!!

Casa 1 – Não fique assim. Jesus não irá nos desamparar. Vamos esperar confiantes que nossos amiguinhos voltem.
Casa 2 - Vamos pedir aos evangelizadores que procurem as crianças e peçam para que voltem.

(Saem às casinhas e entra a evangelizadora e as crianças)

Evangelizadora- Olá amiguinhos, porque vocês não têm comparecido as aulinhas de Evangelização?

Joãozinho- Estava chovendo muito

Evangelizadora – E você Mariazinha?

Mariazinha- Eu estava cansada.

Evangelizadora- E você Pedrinho?

Pedrinho- Eu viajei.

Evangelizadora- Tudo tem sido motivo para faltar. Só que na escola que ensina a ler, escrever e fazer continhas, ninguém falta.

Joãozinho- Mas vocês não dão diploma, nem fazem formatura.
Casa 1 – Vocês esquecem que comigo as pessoas aprendem a viver da maneira certa, por isso é que sou muito importante!

Mariazinha- Mas nós não queremos voltar,até logo!!!!
(Saem todos- As crianças entram entristecidas - em seguida entram a casinha 2 e a evangelizadora.)

Evangelizadora- Olá amiguinhos, tudo bem?
Joãozinho - Que nada estamos cheios de problemas.
Mariazinha – Eu não me entendo com meus pais.
Pedrinho – Eu fiquei muito zangado com um amiguinho meu.
Mariazinha – Eu quero uma boneca nova, mas é muito cara e eu não sei se devo pedir a meus pais. Eles teriam que trabalhar muito, para comprá-la, só para me ver feliz.
Pedrinho – Eu estou com dúvidas. O jovem da loja deu-me dinheiro a mais na hora do troco, e eu não sei se devo devolver.
Joãozinho- Estamos pensando em voltar para a Escolinha de Evangelização. Lá aprendemos a viver melhor e a encontrar solução para nossas dúvidas.

Crianças – PODEMOS VOLTAR?

Evangelizadora – Claro. Todos ficaremos mais felizes!

Crianças – NÃO VAMOS MAIS FALTAR E ESTAMOS DISPOSTOS A APRENDER E A SERVIR
Casas 2 – Lembrem-se sempre de que a sua vida será muito melhor depois que aprenderem e praticarem as lições que Jesus deixou e que as tias ensinam a vocês.

FIM

(UM EVANGELIZADOR DÁ AS BOAS VINDAS E INCENTIVA AS CRIANÇAS A NÃO FALTAREM AS AULAS E A PRESTAREM BASTANTE ATENÇÃO. LEMBRANDO QUE ELAS PODERÃO CONTAR COM A PRESENÇA, O CARINHO E O AMOR DOS EVANGELIZADORES SEMPRE QUE PRECISAREM.)

Adaptação do livro- Histórias de Ana Lúcia-Ana Lúcia de Oliveira Gobbi.
Grupo Espírita Joana D’arc